Passo a explicar. Para tal, servir-me-ei das palavras de Fernando Savater, filósofo e grande pedagogo espanhol, no seu livro "O Valor de Educar" [pp.52-54]. São elas que melhor dirão dos objectivos & intenções deste blogue. Ei-las:
«Em linhas gerais, a educação, orientada para a formação da alma e para a transmissão do respeito pelos valores morais e patrióticos foi sempre considerada de um nível superior ao da instrução, destinada a dar a conhecer competências técnicas ou teorias científicas. (...)
Em contraposição, educação versus instrução, parece hoje notavelmente obsoleta e bastante enganadora. (...). Sucede ainda que separar a educação da instrução se mostra não só indesejável, mas igualmente impossível, uma vez que não se pode instruir sem educar e vice-versa. Como poderemos transmitir valores morais ou de cidadania sem recorrermos a informações históricas, sem termos em conta as leis em vigor e o sistema de governo estabelecido, sem falarmos de outras culturas e países, sem reflectirmos, por elementarmente que seja, sobre a psicologia e a fisiologia humanas ou em empregarmos algumas noções de informação filosófica? E como poderemos instruir alguém em matéria de conhecimentos científicos, se não lhe inculcarmos o respeito por valores tão humanos como a verdade, a exactidão ou a curiosidade?». Ah e também de Pitágoras «eduquemos as crianças e não será necessário castigar os homens»

Coragem... pequeno soldado do imenso exército. Os teus livros são as tuas armas, a tua classe é a tua esquadra, o campo de batalha é a terra inteira, e a vitória é a civilização humana" (Amicis, Edmondo in Cuore)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO & ENSINO: Estes adultos estão loucos...

Ainda não percebi bem o que querem de mim...

Nasci porque a minha mamã queria ser Mãe e o meu papá queria ser Pai.

Mas não pensaram se eu quereria ser o filho deles a tempo inteiro.

E eles, afinal, não tinham tempo para mim.

Mas fizeram-me nascer na mesma.

Agora sou bebé, passo 8 ou 9 horas por dia na creche, até que a minha mãe (quase sempre) ou o meu pai, me venham buscar.

Chego a casa cansado, bem como os meus pais; eles olham para mim, dizem blá-blá-blá, eu rio-me, eles também e depois metem-me na cama.

Ando assim 5 ou 6 anos.

Depois começo a frequentar a escola.
Entro logo de manhã, às vezes debaixo de chuva, vento e muito frio e estou dentro da escola, 6 ou 7 horas, até que a minha mãe (quase sempre) me venha buscar.

Em casa, faço os TPC's., com a ajuda possível dos meus pais, que estão cansados, frustrados, revoltados com o trabalho, cujos salários mal dão para vivermos com dignidade, até que chega a hora do jantar, feito pela minha mãe.

Depois olham para mim, com os olhos cansados, mas ainda com energia para dizerem blá-blá-blá. Eu ainda me rio, eles também, lavo os dentes e vou para a cama.
Ando assim mais 4 anos.

Entro na escola secundária. Tenho muitos professores e muitas disciplinas. Fico lá 6 ou 7 horas, até tocar para a saída.
Nos primeiros tempos ainda espero pelo meu pai (é ele que tem o carro) e vou para a casa.
Mas, alguns 3 ou 4 anos depois, já regresso sozinho.
Apanho os transportes públicos, cheios de adultos que até me pisam para entrarem primeiro do que eu, mostro o "passe" e chego a casa, cansado! Beijo o meu pai, também cansado, beijo a minha mãe que está na cozinha, também fatigada e tento fazer os TPC's. Por vezes adormeço e muitas vezes não consigo fazê-los.E então já sei que os professores vão escrever um "recado" ao meu pai. E depois vou ser castigado.
Mesmo que esteja cansado! No dia seguinte, o professor grita comigo e pergunta se os meus pais não têm tempo para me dar educação.
Eu não respondo, mas apetece-me!

Alguns dos meus colegas, respondem!
E os professores dizem que não são educadores.
Que os educadores deviam ser os pais.

Só que os professores estão comigo 7 horas por dia, se não faltarem às aulas.
Os meus pais, estão comigo, talvez, 2 ou 3 horas por dia, o resto é para comer e dormir.
Fico a pensar, quem é que me poderá educar?

Acho que os adultos estão loucos!

Vou começar a fazer uma birra!
Talvez me olhem de outra maneira...
Acho que vou começar a fumar nas traseiras da escola.
Está lá a malta da turma.
Eles até não se importam de "partilhar aqueles cigarros que eles próprios fazem".
Eles dizem que aquilo é um paraíso. Talvez experimente.

Os professores não vão dizer nada porque não são meus educadores.
Os meus pais não vão dizer nada porque na escola ninguém tem obrigação de me vigiar e em casa os meus pais estão cansados e só estão comigo (acordados) 2 ou 3 horas.

Os adultos dizem que eu sou mal-educado mas não é verdade, eu não tenho mesmo nenhuma educação.
Porquê?
Porque os adultos não têm tempo!

NOTA:Não tenho nada contra os Pais ou os Professores, mas tenho contra esta Sociedade desequilibrada!

          

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

ENSINO&UTILIDADES: Matemática ensina a melhor forma de embrulhar presentes

Dificuldade em embrulhar embalagens ovais ou em forma de triângulo? Veja o vídeo aqui e aprenda a fazê-lo de uma forma muito simples.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

ENSINO: Aprender a ler mais cedo: a pressão do sucesso começa no pré-escolar

Pediatras defendem que não se deve forçar o desenvolvimento das crianças. Educadores dizem que seguem o ritmo de cada um. Sair do pré-escolar a ler não é uma meta, asseguram, mas estudo americano indica o contrário. Para ler mais clicar aqui.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

inPRENSA: “Esqueçam tudo o que aprenderam na escola sobre Matemática”

E aqui está uma história totalmente diferente, como diriam os Monty Python: Edward Frenkel, um dos grandes matemáticos da atualidade, russo a viver nos EUA, diz que esta disciplina se ensina como se a terra fosse plana. “Esqueçam tudo o que aprenderam na escola sobre matemática” diz ele.

sábado, 12 de dezembro de 2015

inPRENSA: ranking das escolas

No ensino secundário confirma-se o domínio cada vez mais absoluto das escolas privadas, que ocupam os primeiros 36 lugares. Ler mais aqui , aqui e, porque «não há duas sem três», ainda mais aqui. Chega?
- Não?! Então mais este, esse, aquele e basta!
- Oh não, só mais uma.
- Ok! Aqui, ali, acolá, além e "c'est fini"!
Pelos vistos «cada cabeça sua sentença».

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

DIDÁCTICA: A descoberta. Lego para ensinar matemática

Como se não bastasse o Lego ser um brinquedo espectacular, uma professora encontrou uma outra utilidade para estas peças coloridas, com fins educacionais e de desenvolvimento. Ler mais em:

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

LIVRO&LEITURA: Livro «perigoso», como «fogo», que não é para ficar a «encher-se de pó»

«Amo a minha velha Bíblia, que me acompanhou metade da minha vida. Viu a minha alegria, foi banhada pelas minhas lágrimas: é o meu tesouro inestimável. Vivo dela e por nada do mundo me desfarei dela.». Ler mais em: http://www.snpcultura.org/papa_prefacia_biblia_para_jovens.html

sábado, 5 de dezembro de 2015

inPRENSA:...alargar o ensino profissional ao básico...

PS arrasa aposta educativa do anterior governo
Vai acabar o ensino vocacional do 5.º ao 9.º ano. O básico volta a ser "integrado, global e comum a todas as crianças". Ler mais em:
Uma alternativa
Empurrar os miúdos para longe de uma oportunidade de vida melhor. Foi assim que foi sempre vista a ideia do anterior ministro da Educação de - chamou-se-lhe vocacional porque o objetivo era que seguissem a sua vocação logo a partir dos 13 anos. Não haverá muitas pessoas que, com essa idade, sejam capazes de dizer o que querem fazer para o resto da vida, mas pais, professores e até os próprios miúdos cedo descobrem as suas áreas de interesse. Será assim tão perverso pretender que crianças que chumbem três vezes antes de chegar ao 10.º ano sejam encaminhadas para um tipo de ensino diferente? Ler mais em:
http://www.dn.pt/opiniao/editoriais/interior/uma-alternativa-4916636.html

Comentário: esta é já a 2ª asneira do Ministério da Educação deste XXI governo! - minha opinião.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

ENSINO: Oh Mãe, a escola é longe?

Imaginem-se, Pais&alunos do chamado mundo desenvolvido em geral - Portugal incluído - em determinadas zonas da China, do Sri Lanka, da Colômbia, das Filipinas, da Índia, da Indonésia, dos Himalaias, da Birmânia, em particular. Que tal? - «Para bom endendedor meia palavra basta»!


 

domingo, 22 de novembro de 2015

REFLEXÃO&ATENÇÃO: A motivação é o diabo

Os primeiros (grandes) obstáculos para a motivação dos filhos são os pais! Acresce que a escola, ela mesma, representa o segundo grande obstáculo à motivação dos alunos em relação a si própria. E seremos nós todos - família, escola e sociedade - o terceiro obstáculo à motivação de todos eles. E, depois, há os alunos. Mas será que alguma criança nasce desmotivada para crescer ou para aprender? Não! A falta de motivação acaba por representar aquilo que ela é, realmente: uma forma de desistir sem desistência. Ou, se preferirem: um modo de ir desistindo sem se assumir, de forma aberta, a desistência. Ler mais em:
http://www.leyaeducacao.com/z_escola/i_217/ct_209/

sábado, 21 de novembro de 2015

MÚSICA: "Celebration" by...

...Playing For Change. Mas de quem se trata?
Playing For Change is a movement dedicated to connect the world through music. In 2007 we created the Playing For Change Foundation is dedicated to creating positive change through music education by developing music schools and programs around the world. We have created 9 music programs located in South Africa, Ghana, Mali, Nepal and Rwanda and Thailand where over 700 kids are attending free classes in dance, instruments, languages and musical theory. More here:
https://playingforchange.com/
and
https://www.youtube.com/watch?v=PJERPK7sEzc&feature=em-subs_digest



Sinopse
In “celebration" of Universal Children's Day, we are proud to release this Song Around The World featuring children from all across the globe. Children are our hope for the future and it is up to us to pave the way so that their future is bright. Come one, come all and join together to make this world a better place for us and the generations to follow.
This video was produced in partnership with Okaïdi children’s clothing stores. We thank them for continued support of the Playing For Change Movement!



 

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Se não se pergunta como é que se sabe?

A escola, sempre ela, tem as costas largas, logo o "bo(m)bo da festa". Como se a família, a sociedade em geral e os media em particular, nada tivessem a ver com o assunto. Ora vindo de quem vem, não é grave, é gravíssimo com um cheirinho a orgulho e preconceito. Então leiamos aqui:
http://www.leyaeducacao.com/z_escola/i_217/ct_209/

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

(in)PRENSA: Exames nacionais: o seu concelho tem bom ou medíocre? Ora veja .

Fosso entre bons e maus resultados escolares agravou-se. Nos concelhos onde já havia mais dificuldades as notas nos exames do 9º e do secundário tenderam a piorar nos últimos seis anos, revela estudo. O território pesa, mas não é fatal.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

terça-feira, 20 de outubro de 2015

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: antibullying "DAISY CHAIN"

O realizador e escritor australiano Galvin Scott Davis queria confortar o seu filho que sofria de bullying na escola. Não existindo grandes opções no mercado que tratassem desta temática, decidiu criar o seu próprio conto, adiantou o mesmo ao The Guardian.


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Associação HUMANA Portugal

A Associação HUMANA Portugal, é uma associação humanitária não-governamental, sem fins lucrativos.
A nossa ação baseia-se na recolha de roupa usada doada que, posteriormente será recondicionada para financiar vários projetos de ajuda humanitária.
Possuímos cerca de 1700 contentores de roupa dispersos pelo país, quer a nível privado quer a nível estatal, tendo estabelecido parcerias com a maioria das Câmaras e Juntas de Freguesias do país, assim como, com várias grandes empresas nacionais, a saber : Sonae, Fertagus, entre outras.
A título de exemplo, podemos referir que no decurso do ano passado, financiámos em cerca de 500,000€, várias iniciativas em Moçambique e Guiné-Bissau, tanto a nível de Saúde como de Educação.
Conscientes do nosso compromisso, igualmente em Portugal, cooperámos em inúmeros programas de apoio social, participando em campanhas com Municípios e outras Instituições Locais, como por exemplo o I.A.C (Instituto de Apoio à Criança).
Face ao exposto, e porque achamos que os jovens são o futuro do nosso planeta, gostariamos de contar com a vossa colaboração na implementação desta nossa ação.
O objetivo primário desta ação baseia-se na recolha de roupa usada, estimulando para isso, a Educação Ambiental e o Espírito Solidário.
Educação Ambiental porque a roupa usada não pode ir para o lixo indiferenciado e o Espírito Solidário porque ensina ás crianças que tudo pode ser re-utilizável, até a roupa usada, e ao procederem da seguinte forma estão a ajudar milhares de crianças pelo mundo fora. Assim, as crianças ganham mais responsabilidade e compromisso com o meio ambiente e com o mundo.
 

domingo, 14 de junho de 2015

ENSINO: Aprender a pensar

Tempos houve em que era preciso saber na ponta da língua os rios, as montanhas e os caminhos-de-ferro de Portugal. Decorava-se e ficavam para a vida, essas listas que muitas vezes de pouco serviam. Mas era essa a matéria importante, aquilo que todos os alunos da quarta classe - uma minoria que ia à escola e sabia ler e fazer contas - tinham de saber. Nos últimos 50 anos, a taxa de analfabetismo passou de um terço da população portuguesa para um valor residual. O ensino evoluiu, tornou-se obrigatório estudar e introduziram-se matérias úteis à vida e à capacidade de desenvolver raciocínios. Mas a forma de avaliar esses conhecimentos pouco mudou: o que continua a contar é a capacidade de decorar e de dar as respostas que os examinadores esperam obter às perguntas que propõem. Agora, porém, deu-se um passo no caminho certo. Não é tudo, mas é um começo. Nuno Crato decidiu fazer uma alteração aos critérios de avaliação dos exames nacionais que arrancam amanhã: quem der uma resposta que não esteja contemplada nos planos de resolução dos testes mas que seja válida e tenha uma boa base de argumentação terá a merecida cotação. E essa opção será acrescentada às bases de correção nacionais. Parece óbvio, mas a verdade é que, até agora, se não estava na chave proposta, e por muito espírito crítico e inteligência que demonstrasse, a resposta simplesmente contava zero. A correção era estanque, em vez de apenas servir de guideline. Privilegiar a capacidade de pensar, de argumentar, de encontrar novos caminhos para chegar a soluções corretas é o que se propõe. E é precisamente esse o caminho que devíamos todos incentivar as crianças a percorrer. A Finlândia, reconhecida por ter um dos melhores sistemas de educação do mundo e ocupar posições de topo na matemática, nas línguas e na ciência nos rankings da OCDE, tem em curso a maior reforma educativa de sempre. O seu objetivo é acabar com o ensino partido por disciplinas rígidas e implementar uma educação por tópicos. A União Europeia, por exemplo, será ensinada como um todo, em todas as suas vertentes: económica, cultural, geográfica, histórica, linguística. E os métodos de ensino, em vez de moldarem e espartilharem a forma de pensar das crianças, privilegiam a utilidade e o valor do conhecimento, do raciocínio, do espírito crítico. Os finlandeses querem ensinar os seus miúdos a pensar, a entender como funciona o mundo e a saber onde e como procurar aquilo que lhes pode ser útil no futuro. Ainda estamos muito longe deste paradigma. Mas valorizar o raciocínio das crianças é um passo de grande valor no caminho para lá chegar. Só é preciso que professores e examinadores saibam acompanhá-las, reconhecer e incentivar essas novas premissas. (professores e examinadores não! Ministério da Educação e Cultura em particular e sociedade em geral sim!!! - penso e digo eu e faço-o com toda a experiência, conhecimento, logo convictamente.)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

ENSINO/EDUCAÇÃO/FORMAÇÃO: Os alunos indisciplinados não gostam de teorias


11/06/2015 - 05:49
É obrigação de todos nós contribuir para o combate à indisciplina com medidas concretas, pois isso será prenúncio de maior sucesso para os nossos jovens.
A reboque dos últimos episódios de violência juvenil a que assistimos até à exaustão, sobretudo pelas imagens incessantemente repetidas dos atos cobardes e bárbaros que adolescentes infligiram a outros colegas adolescentes (ocasionando, num dos casos, a perda de uma vida), pretendo refletir sobre indisciplina em meio escolar, não relacionando com os casos acima indicados, que, lamentavelmente, querem colar à instituição escola.
Infelizmente, para alguns, a escola serve para tudo, até para imputar culpas que não são dela. Principalmente quando se trata de algo pretensamente negativo, referente à escola pública… está o circo montado!
Não tenho dúvidas de que o fenómeno da indisciplina em meio escolar é antigo; acontece não só na sala de aula mas nos restantes espaços e até no exterior (por exemplo, em visitas de estudo…). Esta ocorre no ensino não superior e superior, na escola pública e na escola privada, etc.. Acredito também que se em algumas instituições de ensino este fenómeno é menos expressivo, noutras é um problema bem presente e que urge combater.
Não querendo culpabilizar seja quem for, mas também não pretendendo desculpabilizar, julgo que todos devemos, nos respetivos patamares de responsabilidade, encontrar soluções que, em muitos casos, são mais coletivas e menos individuais.
Em primeiro lugar, as famílias devem envolver-se mais na Educação dos seus filhos, assistindo-se a um fraco comprometimento de quem é, em primeira instância, responsável pelo futuro das crianças. Os pais e encarregados de educação nem sempre assumem disponibilidade para o acompanhamento e, em algumas situações, são coniventes com atitudes dos mesmos, pondo em causa relatos que lhes chegam dos professores, quantas vezes promovendo até uma acareação entre as partes! “Estes filhos são bem melhores que os pais!”, “Os alunos não têm valores em casa…” e “Os pais não reconhecem que os filhos praticam atos de indisciplina” são frases escutadas um pouco por todo o lado e, embora não possamos generalizar (há muitos pais e encarregados de educação que não compactuam com atos de indisciplina dos seus filhos e fazem parte da solução e nunca do problema), teremos de estar vigilantes e criar soluções para resolver a questão. O próprio movimento associativo de pais queixa-se da não comparência destes às reuniões ou assembleias. Reconheço que a crise que atravessamos ou estamos a atravessar agudiza a situação, mas não pode ser o bode expiatório.
Alguns alunos não sabem estar numa escola. A falta de perspetivas de futuro contribui bastante para aquele espaço ser para “matar o tempo”, esquecendo-se de que prejudicam os outros quando, em contexto de sala de aula, estão permanentemente a desestabilizar. Dir-se-ia que gostam da escola, mas nem tanto da sala de aula. As relações interpessoais dos alunos são complexas e, em muitas situações, resolvem-se à pancada! A transição do 1.º para o 2.º ciclo (4.º para 5.º ano de escolaridade) é dramática, e é no 5.º ano de escolaridade (a exemplo de anos de início de ciclo) que se registam mais ocorrências disciplinares).
Também julgo que a sociedade pode ser potenciadora da indisciplina em meio escolar e até da violência que existe no dia-a-dia. Quando se escutam pessoas, de muita responsabilidade, que acham quase normal a atuação de adeptos de um clube a retirarem de um armazém da equipa da casa pertences que não são deles, é querer legitimar o indefensável, caindo em descrédito. Existindo muitos outros, este é um mero exemplo, recente, de imagens que todos visionaram; mas foram ainda mais chocantes as declarações provenientes de uma defesa improvável. A sociedade não pode defender atos de vandalismo ou crimes e as pessoas responsáveis devem referi-lo, sob pena de os nossos jovens estarem legitimados para o fazerem também. Que exemplo cívico dão os governantes e deputados eleitos, em algumas discussões muito acaloradas na Casa da Democracia?
As retenções escolares aliadas a uma deficiente preparação dos alunos são dois fatores potenciadores de indisciplina. Estou convicto de que a efetiva promoção do sucesso pode ser a chave principal no combate ao problema. Não entendo por que razão o 1.º Ciclo não tem ainda um ensino mais personalizado, com turmas pequenas (22 alunos no máximo). A coadjuvação e os apoios educativos em contexto de sala de aula neste nível de ensino pode ser outra solução.
Não fará sentido investir, por exemplo, parte dos 600.000.000 de euros que anualmente o Estado desperdiça com as 150.000 reprovações, em apoio efetivo ao 1.º Ciclo? Sabemos que é um ciclo essencial, pois é ali que se adquirem as bases do conhecimento, mas temos medo de dar um passo decisivo e muito importante para parte da solução. Porquê? Na verdade, alunos que vão aprovando com dificuldades nas aprendizagens são alunos que mais tarde ou mais cedo contribuirão para aumentar o insucesso que, como sabemos, é auto-estrada para a indisciplina.
Outros focos de indisciplina são os provenientes da constituição dos mega agrupamentos, da desvalorização da profissão docente, da extensão do currículo e elevado número de disciplinas, da carga letiva imensa, do uso de métodos de ensino e modelos de aprendizagem ultrapassados, da resistência ao uso das novas tecnologias nas salas de aula (é essencial a tutela apostar na formação contínua dos seus profissionais), das matérias desinteressantes, da falta de recursos (por exemplo. equipas multidisciplinares, assistentes operacionais de carreira), da fraca envolvência dos alunos na discussão e criação de documentos estruturantes da escola (Projeto Educativo, Regulamento Interno…), etc..
Mais do que teorias que vão entretendo quem, muitas vezes, só sabe dizer mal, é obrigação de todos nós contribuir para o combate à indisciplina com medidas concretas, pois isso será prenúncio de maior sucesso para os nossos jovens.
Professor/director

 

quinta-feira, 11 de junho de 2015

ENSINO: Exames

O direito à infância
http://www.jn.pt/opiniao/default.aspx?content_id=4614304
A Má Educação
http://pagina1.sapo.pt/detalhe.aspx?fid=370&did=190044&number=12771
Novos dados reforçam dúvidas sobre eficácia dos exames nacionais
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?did=190040
Para as senhoras d'O direito à infância" e d'A Má Educação" e, já agora, para o senhor "ex-MEC", recomendável, aconselhável e obrigatória é, também, a leitura desta opinião e ... se não fôr suficiente leiam mais esta. Em alternativa ou cumulativamente, aplique-se-lhes a estadia d'um mês, ou mesmo d'uma semana numa escola daquelas... que são todas. Numa escola não, numa sala d'aula.
- Essa agora, porquê?
- Simplesmente e não é pouco, porque, pense-se ("para bom entendedor, meia palavra basta"), se queremos conhecer o país real é na escola que devemos estar, qual retrato da sociedade, tal&qual!
- Como assim?
- Pelo empenhamento&comportamento dos seus discentes, (ante)vemos o passado, o presente e o futuro (não são os jovens os homens de amanhã?).
 

terça-feira, 2 de junho de 2015

ENSINO: Prova Final de Matemática, 2º ciclo, em 21/05/2015 - 1ª fase





 
 
 
 



Parecer da SPM sobre a prova final de Matemática do 2.º ciclo do Ensino Básico com proposta de resolução
http://www.spm.pt/news/2529

Proposta de resolução da APM - Associação dos Professores de Matemática


domingo, 17 de maio de 2015

(in)PRENSA: Bicampeão mundial de cálculo mental é português e... ainda...

Bicampeão mundial de cálculo mental é português
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=187122
Criamos monstros
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=4568892
"Os professores têm sido sobrecarregados para além do razoável"
http://economico.sapo.pt/noticias/os-professores-tem-sido-sobrecarregados-para-alem-do-razoavel_218584.html
O "bullying"
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=75&did=187504
“Os miúdos aprendem que a pessoa mais agressiva é quem tem mais poder”
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/os-miudos-aprendem-que-a-pessoa-mais-agressiva-e-quem-tem-mais-poder-1696634?page=-1
Um jogo para criar empatia, outro para ensinar os pais
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/um-jogo-para-criar-empatia-outro-para-ensinar-os-pais-1696661
Professores advertem: há mais indisciplina nas salas de aula
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=187895


ENSINO: insucessos, exames e trabalho


Os insucessos não se preparam de véspera
http://www.leyaeducacao.com/z_escola/i_218
Os exames fazem bem às crianças
http://www.leyaeducacao.com/z_escola/i_217/ct_209/
Primeiro a paixão; depois o trabalho!
http://www.leyaeducacao.com/z_escola/i_229
Contra a lamúria dos exames
http://rr.sapo.pt/opiniao_detalhe.aspx?fid=34&did=187716

quinta-feira, 14 de maio de 2015

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: "Sem medo da matemática "

Uma curiosa viagem até às profundezas da matemática e da sua relação com a astronomia, a química ou a física. Estará a matemática prestes a descobrir uma nova teoria universal?
Alan Davies é uma dessas pessoas que pensam que a matemática é aborrecida e que se trata de um campo povoado por pessoas com escassas competências sociais. Para Marcus du Sautoy, professor desta especialidade na Universidade de Oxford, pelo contrário, o mais emocionante sempre foi a matemática e agora tem como objectivo partilhar o seu amor por esta matéria com o público. Conseguirá fazer com que em apenas duas semanas em um autêntico matemático?


terça-feira, 12 de maio de 2015

MÚSICA: Don't Worry Be Happy | Playing For Change

Today we are proud to release a new Song Around The World that features children performing alongside PFC musicians on the Bobby McFerrin classic, "Don't Worry Be Happy". Perfect message and a great song.
This video is part of our partnership with Okaidi, a children's clothing line based in France. We are very excited to announce that the Playing For Change Foundation is working with Okaidi to launch a music program across 10 primary schools in the Mirpur District of Dhaka, Bangladesh. The Okaidi Foundation recently created these schools and is now partnering with the PFC Foundation to introduce music as part of their curriculum. Through this new initiative, over 500 underprivileged children between the ages of 6 and 12 will receive free music education as part of their weekly activities at school. Music is the Key!
Get ready to smile from ear to ear and move your dancing feet. Share this with your family, friends, and community, and together we can continue to make this world a better place!

One Love,
Mark


segunda-feira, 11 de maio de 2015

EDUCAÇÃO/FORMAÇÃO: Ausência do pai na vida de crianças e jovens é causa de «feridas» que podem ser «muito graves»

Os filhos são órfãos porque, segundo Francisco, «os pais estão muitas vezes ausentes de casa, mesmo fisicamente, mas sobretudo porque quando lá estão não se comportam como pais, não cumprem a sua tarefa educativa, não dão aos filhos, com o seu exemplo acompanhado por palavras, aqueles princípios, aqueles valores, aquelas regras de vida de que precisam como pão». «Às vezes parece que os pais não sabem bem que lugar ocupar na família e como educar os filhos. E então, na dúvida, abstêm-se, retiram-se e negligenciam as suas responsabilidades.»
Ler mais em:
http://www.snpcultura.org/ausencia_do_pai_causa_de_feridas_muito_graves.html

terça-feira, 28 de abril de 2015

EDUCAÇÃO/FORMAÇÃO: "O mais importante é disciplinar"...

Uma opinião merecedora de toda a atenção, crédito e confiança. A do psiquiatra Daniel Sampaio. Na revista Educare online pertencente à conhecida e conceituada Porto Editora. Está tudo aqui - a fazer e a dizer. Simples, directo e sobretudo muito certeiro, "quem sabe, sabe" - "sem tirar, nem pôr"!

domingo, 22 de março de 2015

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Regras para iPhone são lições de vida

Satisfazendo um desejo do filho ao oferecer-lhe um iPhone no Natal, Janell decidiu ensiná-lo a mover-se no ciberespaço. Por isso redigiu um contrato, que o adolescente de 13 anos assinou, com alguns mandamentos importantes. Nasceu daí o livro iRegras, um manifesto sobre parentalidade na era digital.
Ler mais em:
http://www.noticiasmagazine.pt/2015/regras-para-iphone-sao-licoes-de-vida/

e

http://www.noticiasmagazine.pt/2015/o-contrato/

domingo, 1 de março de 2015

EDUACAÇÃO/ENSINO/FORMAÇAO: Ensino revolucionário no Japão...

A escola em mutação
Na Europa, nos últimos trinta anos as crianças em idade escolar mudaram muito. A escola tradicional, não consegue, por vezes acompanhar nem compensar as diferenças de desenvolvimento. Os currículos escolares foram elaborados em relação à idade e não baseados no desenvolvimento da criança. Se compararmos as crianças de há 30 anos em relação às de hoje, em muitas das competências, nota-se uma diferença de desenvolvimento de talvez mais dois anos. Isto resulta de uma infância diferente; as crianças têm uma vida mais individualizada, crescem com os Media, passam menos tempo com os colegas e provêm de famílias com formas de vida diferentes. Em tempo de globalização são necessárias novas pedagogias e novas filosofias de ensino.
Recomendo a visão da apresentação em anexo sobre um projeto revolucionário no Japão.


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

(in)PRENSA: a minha selecção!

Ser inteligente não é assim tão importante
Afinal, a inteligência pode não ser o fator mais importante quando está em causa o sucesso de um aluno na escola. A personalidade, nomeadamente a vontade e curiosidade de aprender coisas novas, pode ter muito mais influência resultados que surgem nas pautas de avaliação, refere o Huffington Post.
Ler mais em:

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

ENSINO/FORMAÇÃO: Khan Academy

Educar e ensinar não é fácil, mas é possível potenciar o potencial de cada criança. E como é que isso se faz? É a resposta a esta pergunta que motivou Salman Khan a fazer um vídeo para as primas mais novas tirarem melhores notas na escola. A ferramenta interativa prendeu a curiosidade das meninas, que podiam rever o vídeo à medida da sua compreensão. Não tinham a pressão de ter de apreender tudo naquele segundo — como um professor que debita matéria sem travão.
O caso aconteceu em 2004 e os resultados inspiraram o analista financeiro a fundar a Khan Academy em 2006. Agora tem mais de 2000 vídeos no Youtube e é apontado como um dos “melhores professores” da atualidade. A academia online de educação é de acesso grátis. Tem 15 milhões de utilizadores registados, dos quais 500 mil são professores. E não falta trabalho: diariamente, o site dispõe de muitos problemas matemáticos para resolver, vídeos sobre ciência, economia, finanças, artes e humanidades. Desde “o que são as células” até “o que é a inflação”, está tudo explicado na academia de Khan.
A Fundação Portugal Telecom estabeleceu um protocolo com a Khan Academy e dispõe de mais de 870 vídeos traduzidos para português, do 1º ao 12º ano. O protagonismo que a academia adquiriu fez com que Salman se tornasse um verdadeiro conselheiro no que respeita à educação. Salman Khan diz que é preciso virar as salas de aula ao contrário e sugere que, em vez de os alunos passarem muito tempo a fazer trabalhos de casa, em casa, devem fazê-lo na escola — é lá que os problemas devem ser trabalhados e isso permite que ganhem o seu próprio ritmo junto dos outros.

domingo, 4 de janeiro de 2015

SAÚDE: Alimentação saudável

A partir daqui:


é só querer ir até:
http://www.ficanalinha.pt/

«Pior cego é aquele que não quer ver» e/ou - acresento eu - pior surdo é o que não quer ouvir!

domingo, 14 de dezembro de 2014

FORMAÇÃO/EDUCAÇÃO: "Os portais do mistério da segunda virtude"

«A pequena esperança caminha entre as suas irmãs mais velhas/ e não lhe é dada a devida atenção./ No caminho da salvação, no caminho da carne,/ no caminho pedregoso da salvação, na estrada interminável,/ nessa estrada entre as suas duas irmãs,/ caminha a pequena esperança./ Entre as duas irmãs grandes./ Aquela que é casada, e aquela que é mãe./ E ninguém repara nela, o povo cristão só repara/ nas duas irmãs grandes./ A primeira e a última./ Que caminham com pressa./ Para o tempo presente./ No instante momentâneo que passa./ O povo cristão só vê as duas grandes irmãs./ Só olha para as duas irmãs grandes./ A da direita e a da esquerda./ E quase não repara na que caminha no meio.»
Ler mais em:

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

ENSINO, EDUCAÇÃO & FORMAÇÃO: uma opinião que...

... subscrevendo clara&inteiramente, quero&posso partilhar na esperança de que alguém de direito a conheça e...a sirva como complemento ou suplemento de tantos projectos que por aí abundam...
Tenho a convicção, senão a certeza, de que a família, sociedade & escola - a ordem não é arbitrária - seriam outras, para melhor, é evidente!
«Espanta-me muito que se leia tão pouco a Bíblia», diz escritora Alice Vieira
E, já agora, aproveitando a "boleia":

terça-feira, 18 de novembro de 2014

LEITURA: "E Tudo começa no Berço"

As práticas educativas parentais desde o nascimento dos filhos são responsáveis, em noventa por cento dos casos, por comportamentos inadequados como o bullying e a indisciplina escolar, defende em livro o investigador e psicólogo Luís Maia.
Ler mais em:
http://sicnoticias.sapo.pt/arquivo/2012-02-26-mau-comportamento-e-fruto-da-educacao-dada-pelos-pais-desde-o-berco-segundo-uma-investigacao

domingo, 28 de setembro de 2014

EDUCAÇÃO, ENSINO & FORMAÇÃO: Concurso "UM CONTO QUE CONTAS"

O concurso “Um conto que contas” é da responsabilidade de uma Comissão Organizadora em colaboração com a Delegação Regional do Sul e Ilhas da Sociedade Portuguesa de Matemática, e com o apoio da Universidade de Évora, do Centro de Investigação em Matemática e Aplicações da Universidade de Évora, da Associação de Matemática Interactiva e Lúdica - AMIL e da Delta Cafés. Este concurso é aberto à participação de todos os jovens que frequentem escolas públicas e privadas, desde o 1.º ao 12.º ano de escolaridade, e escolas profissionais acreditadas em qualquer modalidade de função com equivalência legal a esses níveis de escolaridade, de todo o país.

Uma vez que, com este concurso, pretendemos envolver alunos e professores dos Ensinos Básico e Secundário, solicitamos a V. Exa. a divulgação do conteúdo desta carta ao(à) Coordenador(a) do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais e ao(à) Coordenador(a) do Conselho de Docentes do 1.º Ciclo, assim como a outros responsáveis por este tipo de atividades.

Este concurso consiste na escrita e ilustração de um conto que envolva conteúdos matemáticos e tem como principais objetivos fomentar hábitos de leitura e de escrita nos alunos, assim como promover a articulação entre diversas áreas do saber, desenvolver a capacidade de expressão e comunicação, estimular a imaginação.

Os participantes podem concorrer a uma de oito categorias e de acordo com os ciclos de ensino em que estão integrados, na modalidade individual ou em equipa, num máximo de quatro elementos.

Os contos serão apreciados por um júri, que integrará especialistas das áreas de matemática e de português. Na avaliação dos contos serão valorizados os conteúdos matemáticos, o domínio da língua, a originalidade, a criatividade, o encadeamento lógico 2/2 narrativo, entre outros. Aos três melhores classificados, em cada uma das oito categorias, serão atribuídos prémios.

Os melhores contos submetidos a concurso serão compilados num livro, intitulado com o nome do concurso, que pretende incentivar a produção de obras originais e divulgar a atividade para futuras edições.

O regulamento do concurso pode ser consultado nesta
página e o cartaz aqui descarregado para uma melhor divulgação desta inicitiva.

Para mais informações, nomeadamente instruções de inscrição, pode ser consultada a página web do concurso, em
http://www.spmsul.uevora.pt/concurso.htm, ou contactar-nos por correio eletrónico para spmsul@uevora.pt.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: «O sucesso escolar começa à mesa!»

Cíntia Machado, da Fileira do Pescado, explica a importância da alimentação das crianças no regresso às aulas e refere estudos que demonstram que «comer peixe melhora a saúde do cérebro, aumentando a massa cinzenta e estimulando a memória».
http://sabores.sapo.pt/aprender/artigo/-o-sucesso-escolar-comeca-mesa-

quinta-feira, 24 de julho de 2014

ISTO É MATEMÁTICA: "acabar de vez com mito" (7ª série)

Não sabia? Não se lembrou? Já era? Não faz mal. Não tem problema. A matemática é para isso mesmo, para resolver problemas, pois, convém lembrar, ela está em todo o lado, na vida nossa de todos os dias. Desta 7ª série, publicada em 14 /04/2014, eis os seus 13 episódios:

SIC Notícias
SÁBADO 20:50
DOM 8:50,
TER 15:50,
QUA 4:30,
SEX 9:50
1. Mapear o mundo
Neste episódio o matemático Rogério Martins fala sobre o planisférios. Já alguma vez se perguntou como se desenham mapas? Podemos desde já dizer que mete cilindros, o Mercator e o menino Tonecas.
https://www.youtube.com/watch?v=ZFVOMtzQGok
2. O problema do Caixeiro Viajante
Neste episódio o matemático Rogério Martins fala sobre o Problema do Caixeiro Viajante. E para isso, venderá produtos de higiene pessoal por esse Portugal fora.
https://www.youtube.com/watch?v=_vKMyRj855A
3. O Problema das Três Casas
Neste episódio o matemático Rogério Martins tem um problema para si que envolve casas, água, luz e gás: o Problema das 3 Casas! Para tentar resolvê-lo matematicamente, vamos pensar fora da caixa... e aprender o que é um grafo!
https://www.youtube.com/watch?v=dmsuPfpeHvI
4. Ser ou Não Ser Proporcional 
Neste episódio o matemático Rogério Martins explica uma ideia que faz parte da intuição de qualquer pessoa: a proporcionalidade. Para tal, fala de escalas, rectas, e da regra três simples... mas também de impostos, de uma chanceler e de... kunami.
https://www.youtube.com/watch?v=XZOJ-u8tKYc#t=108
5. Os Dentes das Rodas
Neste Episódio o matemático Rogério Martins fala sobre dentes, correntes e rodas dentadas. E para isso convida um gang de motards de Portugal e respectaivas máquinas!
6. Nós Mágicos
Neste episódio o matemático Rogério Martins fala sobre topologia, e explica esta área da matemática a bordo de uma embarcação clássica, a Fragata D.Fernando II e Glória, usando plasticina, corda e nós. Mais concretamente... nós mágicos.
https://www.youtube.com/watch?v=Vxe_eOR_FEU&feature=youtu.be
7. Equilibrismo
Neste episódio o matemático Rogério Martins fala sobre pontos de equilíbrio enquanto é obrig... se voluntaria para ir treinar com o corpo de fuzileiros da marinha portuguesa.
https://www.youtube.com/watch?v=IJSWBt6qGAg#t=496
8. A Lei de Benford
Neste episódio o matemático Rogério Martins explica o que é a Lei de Benford. E para tal, fala de números, PIB e impostos. Ou Seja, Literatura a mesa de cabeceira de um mnistro das finanças.
https://www.youtube.com/watch?v=p2b-I3LOadg&feature=youtu.be
9. Volumes Extremos
Neste episódio o matemático Rogério Martins fala sobre volumes extremos. Para tal, faz uma caminhada na Serra de Sintra, enquanto fala de orelhas de elefante, cubos e gigantes.
10.  Depende do Ponto de Vista
Neste episódio o matemático Rogério Martins pondera sobre a seguinte questão: "poderá o Sol girar à volta da terra?" Blasfémia, sacrilégio, ou será apenas algo que depende do ponto de vista?
https://www.youtube.com/watch?v=kU39F-_zXRU
11. Diâmetro Angular e Cenas Anamórficas
Neste Episódio o matemático Rogério Martins fala sobre diâmetro angular e anamrfose. Para tal, o nosso matemático brinca com duendes, com o Vasco Duarte... e vai ver o Benfica.
https://www.youtube.com/watch?v=mpa4wLVjP08
12. Évarist Galois uma novela matemática
Neste episódio o matemático Rogério Martins conta uma história que possui todos os ingredientes de uma telenovela: drama, tragédia e romance. Senhoras e Senhores... a história de Évarist Galois: Uma novela Matemática.
https://www.youtube.com/watch?v=DuhQnu1fgDc
13. (Último Episódio) O Fim do Mundo
Neste Episódio o matemático Rogério Martins fala sobre o matemático Robert Malthus e os seus famosos cálculos populacionais. Sim! No último episódio de Isto é Matemática, vamos falar sobre : o Fim do Mundo!
https://www.youtube.com/watch?v=hFpR6ajfT_s



sexta-feira, 23 de maio de 2014

domingo, 18 de maio de 2014

LEITURA: "Mais forte do que eu"



http://www.leyaonline.com/pt/pesquisa/pesquisa.php?chave=Mais+forte+do+que+eu&=

http://www.leyaonline.com/pt/livros/familia/mais-forte-do-que-eu/

EDUCAÇÃO/FORMAÇÃO: Uma responsabilidade dos pais por...

... Pe. Rodrigo Lynce de Faria

«Muitos pais, hoje em dia, não sabem educar os seus filhos. Parecem saturados e muito ocupados. Temos que ser nós a fazê-lo na escola aproveitando as aulas que damos. Estamos, na prática, a substituir os pais. Isto não me parece mal. Tenho a sensação de que, a partir da adolescência, a maioria dos progenitores perde a capacidade de dialogar com os seus filhos. Sobretudo, em temas que incluem valores que evoluíram com o passar das gerações. Os pais sentem que os tempos mudaram e que não podem obrigar os seus filhos a pensar como eles ou como os seus avós. A sociedade mudou e a vida também. Nós, professores que ensinamos matérias humanistas, temos maiores facilidades para esse diálogo com os adolescentes e os jovens».
Estas palavras de um professor fizeram-me pensar: será que o ideal na educação é substituir os pais, ou ajudá-los a educarem os seus filhos? Qual é a missão da escola? Que fazer se essa missão entra em confronto com a dos pais dos alunos?
Os pais são sempre os primeiros e os principais educadores dos seus filhos (Catecismo 1653). Por isso, nunca podem renunciar a ser educadores com o pretexto de que outros o fazem melhor ou estão mais preparados para isso. É evidente que necessitam ser auxiliados na sua tarefa educativa. No entanto, qualquer outro agente educativo só o pode ser por delegação dos pais e “subordinado” a eles.
Esta visão da educação ― fundamentada na natureza humana ― possui muitas consequências no modo como entendemos a missão da escola. Os estabelecimentos de ensino são instituições destinadas a colaborar com os pais ― nunca a substituí-los e muito menos a ir contra eles ― na sua missão educativa.
É contraproducente e profundamente injusto que os pais procurem transmitir aos seus filhos em casa valores que depois são descaradamente negados ou ridicularizados na sala de aula. Muitas vezes, isso acontece sob o falso pretexto de que é o professor quem sabe a matéria e os progenitores não passam de uns ignorantes.
Quantas dificuldades encontram muitos pais cristãos nos dias de hoje para educarem os seus filhos na fé, quando essa mesma fé é achincalhada na sala de aula! É ridicularizada com programas e livros propostos e aprovados por pessoas que se apresentam com uma“ideologia neutra”. No entanto, essa pretendida neutralidade de alguns é só aparente. Implica uma concreta posição ideológica: o desejo de “emancipar” a cultura humana de toda a concepção religiosa. Como se isso tornasse o ser humano mais livre, mais humanista e mais inteligente!
Por isso, é uma responsabilidade grave dos pais interessar-se pelo ambiente da escola dos seus filhos e pelos conteúdos que se transmitem na sala de aula. O interesse dos pais tem de ir mais além dos resultados escolares que se traduzem nas notas. Esses resultados podem ser relevantes, mas, por si só, não garantem a saúde moral e espiritual dos filhos. Saúde que terá muito mais influência no seu futuro do que as classificações obtidas.
PS: "amarelados", "negritos" e "sublinhados" da minha responsabilidade.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

FORMAÇÃO/EDUCAÇÃO: 25 de Abril, salas de aula – contributo para uma reflexão.

por ANTÓNIO CARLOS CORTEZ

Dois livros de Maria Filomena Mónica, intitulados A Sala de Aula e Diário de Uma Sala de Aula, com chancela da Fundação Francisco Manuel dos Santos, recém-publicados, pretendem ser um contributo para que se evite aquilo a que, nas palavras da sua autora, é o “colapso do sistema educativo”.
Num artigo do PÚBLICO, de 20 de Março, a manchete era suficientemente alarmante, justificando debate sério: “Escola pública não dá garantias de ensinar os alunos a ler e a contar.” É uma das conclusões a que, na sua investigação, chega Maria Filomena Mónica. As causas, diz, são várias: a sala de aula reflecte, no fundo, a decadência a que chegámos. O diagnóstico – e este é mais um, a ter em conta – está feito. Mas os erros sucedem-se e repetem-se, como se cada ministro desconhecesse em absoluto o resultado de políticas anteriores.
Maria Filomena Mónica não hesita, e bem, em apontar os erros a quem tutelou a pasta da Educação, desde 1974. Depois do Estado Novo, as escolas e os docentes não estavam preparados para a entrada de uma massa de alunos para os quais a escola nada significava. É certo que o abandono escolar era, em 1974, uma realidade cruel, acrescida de uma taxa de analfabetismo que rondava os 35%. Os professores, diz-se nestes dois livros, estariam habituados a ensinar os filhos das classes mais abastadas, não os filhos das classes médias. Com sucessivos ministros empenhados em debitar leis, decretos e portarias, e outros documentos de um rigorismo ininteligível, a profissão docente, passados quarenta anos, é hoje o quê? Em síntese: uma profissão que se burocratizou. Em tese: uma profissão que nada tem que ver com a transmissão dos saberes. Formata-se, não se educa; padroniza-se, não se aprofundam conteúdos inter e transdisciplinares. Não admira que, maioritariamente, os alunos, do secundário à universidade, deplorem os currículos que emanam do ministério.
As aulas são, como escreve uma aluna, mais ou menos isto: “Barulho (vozes, risos, cadeiras e mesas arrastadas) [...], há pessoas sentadas nos parapeitos das janelas – com os pés em cima das cadeiras onde deveriam estar sentadas – a conversar.” Espelho da mentalidade vazia que grassa por entre docentes e discentes? A sala de aula reflecte a degradação (depravação, diria Cesário!) dos usos e costumes? Sim. Num dos diários que Maria Filomena Mónica analisa, lê-se: “Duas alunas pintam as unhas e quatro desenham gráficos nos diários. Um grupo joga às cartas. [...] Os telemóveis não param de tocar.” A socióloga, em face da realidade escolar, sintetiza: “É uma escola criminosa, indigna, estúpida. Que não suscita a curiosidade para aprender, que não ensina as crianças a pensar. [...] Tornou-se um desperdício de dinheiro.” Maria Filomena Mónica, ao aplicar uma adjectivação dura e directa – a escola é “criminosa”, “indigna”, estúpida”, é o lugar onde não se pensa –, vem dar força ao que, noutros momentos, foram meras constatações de quem, como professor, não ignora o que, agora, se diagnostica.
Mas, problematizando, essa escola que não se soube preparar para acolher, depois de 1974, as massas; essa escola onde hoje a classe docente não tem qualquer poder, não será, além de vítima das sucessivas medidas ministeriais, causadora da sua própria degradação? É certo que, enquanto instituição que deveria zelar por uma sólida formação, a escola nem ensina a ler nem ensina a contar. Oiçamos a Maria Filomena Mónica: “A cultura que os alunos adquirem ao longo de 12 anos é má. Há a ideia de que a escola tem de dar coisas que os alunos compreendem facilmente, como as telenovelas, os discos da Taylor Swift ou os livros do Harry Potter. Simplesmente para isso eles [os alunos] não precisam da escola.” A consequência é simples: os alunos que frequentam a escolaridade obrigatória “mal sabem ler e muito menos sabem interpretar o que lêem ou construir frases com sujeito, predicado e complemento”. A pergunta impõe-se: se os nossos alunos não sabem sequer o elementar, tal fica a dever-se exactamente a quê? Ao facto de os professores não terem tempo para a investigação e para a leitura? Eventualmente. Mas, sejamos francos, se os alunos não sabem ler e escrever, interpretar (inferir!), tal não resulta também da má preparação científica de quem ensina? Ninguém desmente que o ministério desconhece o terreno social em que interagem professores e alunos. Deixar em paz quem ensina, libertar a docência da profusão de regras e da burocracia, eis uma medida que qualquer ministro sensato deveria tomar. A par disso seria bom que as acções de formação, que tantos professores frequentam, fossem sobre leccionação de conteúdos insertos nos curricula e não acções sobre Powerpoint, sobre “estratégias de motivação” e “avaliação”, eufemismo para designar, no fundo, acções de formação que visam, de facto, padronizar os professores, formatá-los de modo a que a escola seja uma instituição que certifica, via exames, uma suposta aprendizagem de competências...
Entre 1974 e 2014, o que se fomentou foi, a meu ver, um pedagogismo de tal modo provinciano que ensinar é, sobretudo, “inventar estratégias”. O ranking escolar é paradigmático quanto à ideologia mecanicista que se impôs. Uma lógica de concurso, eis a que levaram os exames, com a concomitante – e nefasta – consequência entre estudantes e escolas, a saber: a desenfreada competitividade, corrompendo o espírito do acto de ensinar. A ideologia oca do nosso sistema de ensino mascara o vazio das aprendizagens com a aridez dos currículos e a subsequente ideia do professor como alguém que deve ser um “técnico” ou, quando não, do entertainer. Tal acontece por culpa do ministério? Sem dúvida. Retirou-se à figura docente o poder simbólico do saber e, sintomaticamente, falar-se hoje do professor como mestre pode levar ao escárnio. A mentalidade reinante que vê no docente ora um entertainer,ora um “técnico da educação” desvirtuou também a figura do professor. Reduziu-se, assim, o acto de ensinar à mera elaboração de fichas preparatórias para exame. Dar respostas-tipo, eis o que também desmotiva muitos professores que não se revêem no mercado lógico em que o ensino se tornou.
Queixam-se os professores, e com razão, da carga horária; dos programas escolares impraticáveis, seja pela extensão, seja pelo ridículo de muitas propostas didáctico-pedagógicas. Queixam-se das turmas com excessivos alunos e da lógica dos agrupamentos, não se percebendo que as diferentes fases do crescimento sociocognitivo de crianças não se compagina com a amálgama, a barafunda a que os agrupamentos levam. Lamentamo-nos de os alunos falarem e escreverem um português de caserna... Mas não estaremos nós perante a inescapável realidade de um sistema global que propositadamente anulou as diferenças reais entre quem aprende e quem ensina? Não espanta. Educados por uma televisão ditatorialmente banal, vítimas de uma cultura onde impera a vaidade, a tirania da ignorância e a boçalidade, os nossos estudantes sabem bem o que é andar na escola: é fazer cultura de café, é o jogar às cartas, o pintar as unhas. E, muitos deles nos perguntam, com dedo acusador: “De que me serve, se tudo é secante, andar na escola e empenhar-me?”
Professor e crítico literário

sábado, 22 de março de 2014

ISTO É MATEMÁTICA: "acabar de vez com mito" (6ª série)

Não sabia? Não se lembrou? Já era? Não faz mal. Não tem problema. A matemática é para isso mesmo, para resolver problemas, pois, convém lembrar, ela está em todo o lado, na vida nossa de todos os dias. Desta 6ª temporada, começada em 13 /01/2014, eis os 13 episódios desta 6ºsérie:

1. O Centro de Portugal
Neste episódio o matemático Rogério Martins nega o estatuto de "Centro de Portugal" ao famoso Pico da Melriça (em Vila de Rei), e vai para Mação à procura do verdadeiro centro geográfico de Portugal Continental.
http://www.youtube.com/watch?v=8RzAEW62gOw&feature=youtu.be
2. Noves Fora
Neste episódio o matemático Rogério Martins lê-lhe o pensamento. Sim, ele vai mesmo adivinhar no que está a pensar aí em casa.
Será isto mentalismo? Ou será apenas para falar sobre "noves fora" e raiz digital?  
3. Circo Matemático
Neste episódio o matemático Rogério Martins dá a conhecer o Circo Matemático. Um grupo de professores e estudantes de matemática que faz a sua missão de maravilhar, divertir e atrair o público para a Matemática. Como? Através de Magia.
http://www.youtube.com/watch?v=PmABW7tj8Fk#t=33
4. O Donuts Perfeito
Neste episódio o matemático Rogério Martins descansa da dura vida de apresentador matemático e relaxa enquanto pesca o seu jantar. Enquanto isso, o seu colega o Professor André Neves fala sobre: O Toro de Willmore.
https://www.youtube.com/watch?v=ZSb90CyNEQM&feature=youtu.be
5. O Milimétrico Pedro Nunes 
Neste episódio o matemático Rogério Martins vai a Alcácer do Sal visitar um famoso alcacerense: o matemático Pedro Nunes.
Para conhecer um dos contributos do maior matemático português de sempre, vamos falar de milímetros, sextantes e doçaria regional.
https://www.youtube.com/watch?v=SdihHVrvhyk&feature=youtu.be
6. A Matemática da Moral
Neste episódio o matemático Rogério Martins fala sobre a Matemática da Moral. Para tal, a polícia prendeu dois meliantes, e vai interrogá-los numa esquadra para ilustrar:o DIlema do Prisioneiro.
https://www.youtube.com/watch?v=rdDhp2ynvug&feature=youtu.be
7. A Fita de Moebius 
Neste episódio o matemática Rogério Martins fala de uma fita que não pode oferecer a outra face. E porquê? Porque não a tem para oferecer! Neste episódio vai conhecer... a fita de Moebius!
https://www.youtube.com/watch?v=aZZ_d-FF0Bc&feature=youtu.be
8. O Princípio do Pombal
Neste episódio o matemático Rogério Martins ensina como acertar em cinco resultados no totobola com apenas três apostas, e sem perceber um centavo de bola! Para tal, fala de pombos, cabelos, e do Princípio das gavetas de Dirichlet.
https://www.youtube.com/watch?v=IzaobO14ncA
9. O Código de Barras
Neste episódio o matemático Rogério Martins fala do código de barras - aquele rectângulo cheio de riscas que aparece nos rótulos de quase todos os produtos.
Afinal como funciona o código de barras ?
Para tal, vai a uma superfície comercial a fim de fazer as compras do mês.
https://www.youtube.com/watch?v=t5vSM_TUZek&feature=youtu.be
10. A Confiança Nas Sondagens
Neste Episódio o matemático Rogério Martins explica como interpretar uma sondagem. Para isso, fala de amostras aleatórias, margem de erro, e intervalos de confiança, mas também... de pastilhas elásticas.
https://www.youtube.com/watch?v=fJuOYmEgWNs
11. Erros de Cálculo
Neste episódio o matemático Rogério Martins fala sobre erros de cálculo! Há erros inocentes, outros dramáticos, e até há erros com piada. Hoje apresentamos cinco desses erros.
https://www.youtube.com/watch?v=GaKhSMwYTzg&feature=youtu.be
12. Profissão Matemático parte 1
Neste episódio o matemático Rogério Martins pergunta: O que faz um Matemático?
A resposta é dada por vários profissionais formados em Matemática. Que carreiras fizeram? Que emprego terão eles hoje? Vamos saber em...
https://www.youtube.com/watch?v=zj42yDXcGvg#t=573
13. Profissão Matemático parte 2
Neste episódio o matemático Rogério Martins continua a perguntar: o que faz um matemático? E a resposta é dada por vários profissionais licenciados em matemática, enquanto Rogério visita um mundo de profissões.
https://www.youtube.com/watch?v=sU3a6mdWnCo&feature=youtu.be