Passo a explicar. Para tal, servir-me-ei das palavras de Fernando Savater, filósofo e grande pedagogo espanhol, no seu livro "O Valor de Educar" [pp.52-54]. São elas que melhor dirão dos objectivos & intenções deste blogue. Ei-las:
«Em linhas gerais, a educação, orientada para a formação da alma e para a transmissão do respeito pelos valores morais e patrióticos foi sempre considerada de um nível superior ao da instrução, destinada a dar a conhecer competências técnicas ou teorias científicas. (...)
Em contraposição, educação versus instrução, parece hoje notavelmente obsoleta e bastante enganadora. (...). Sucede ainda que separar a educação da instrução se mostra não só indesejável, mas igualmente impossível, uma vez que não se pode instruir sem educar e vice-versa. Como poderemos transmitir valores morais ou de cidadania sem recorrermos a informações históricas, sem termos em conta as leis em vigor e o sistema de governo estabelecido, sem falarmos de outras culturas e países, sem reflectirmos, por elementarmente que seja, sobre a psicologia e a fisiologia humanas ou em empregarmos algumas noções de informação filosófica? E como poderemos instruir alguém em matéria de conhecimentos científicos, se não lhe inculcarmos o respeito por valores tão humanos como a verdade, a exactidão ou a curiosidade?». Ah e também de Pitágoras «eduquemos as crianças e não será necessário castigar os homens»

Coragem... pequeno soldado do imenso exército. Os teus livros são as tuas armas, a tua classe é a tua esquadra, o campo de batalha é a terra inteira, e a vitória é a civilização humana" (Amicis, Edmondo in Cuore)

domingo, 19 de junho de 2016

ENSINO: "Caça-fantasmas"




Os exames estão a chegar. E isso é bom. Tenho dito, e reafirmo, que os alunos não merecem a polémica que se foi instalando entre provas de aferição, por um lado, e exames, por outro. Porque à esquerda e à direita, os argumentos escorregam para uma vertigem mais ou menos demagógica, que nenhuma criança merece. E, depois, é muito importante que exista uma amostragem nacional do nível de conhecimentos dos alunos portugueses. Sobretudo se, com isso, se retirarem ilações sobre a qualidade dos conhecimentos que não se resumam, como muitas vezes foi acontecendo, quase exclusivamente, a aumentar-se a carga horária de algumas disciplinas (como se essas, e só essas, fossem indispensáveis para o seu desenvolvimento), deixando conteúdos programáticosformação de professores e a gestão dos tempos, espaços, turmas ou dinâmicas escolares "fora da equação". E se se refletir sobre os níveis, assustadoramente negativos, obtidos nos exames a algumas disciplinas, e sobre a forma com que se podem reverter.

Ora, eu receio que, enquanto a discussão se reparte entre exames e provas de aferição - com algumas pessoas com responsabilidades políticas a apelarem para que não se "traumatize" as crianças com exames e outras, igualmente com poder de decisão, a fazer com que a seriedade do ensino dependa, quase exclusivamente, dos exames - aquilo que esteja à discussão sejam argumentos ideológicos que ganham protagonismo à falta de uma ideia política: sobre as crianças, acerca da família e, evidentemente, a propósito da escola. Serão os exames - nomeadamente em anos de transição de ciclo escolar, por exemplo - uma espécie de referendo ao trabalho que as escolas desenvolvem na preparação dos alunos? Sem dúvida. Será importante que, considerando esse escrutínio (e de forma sensata), se pondere acerca da ponderação equilibrada que eles terão na nota final de um aluno, que lhe confira a importância, relativa, que eles merecem? Claro que sim. Será que os resultados globais dos exames, considerados escola a escola, deveriam servir para escrutinar a seriedade da formação que estão a desenvolver e a honestidade do modo como o fazem? Evidentemente que sim! Não seria, até, engraçado que se fizesse um ranking das escolas pouco amigas dos bons exemplos para as crianças, seriadas a partir das enormes discrepâncias entre as notas que atribuem durante o ano e aquelas que os seus alunos obtêm nos exames nacionais, de forma a que se separe a fraude da seriedade? Claro que sim. E não seria indispensável, que as aulas fossem só aulas e que aquilo que se observa nalgumas escolas - onde a "preparação para os exames" vem, por vezes, do meio do segundo período (com aulas suplementares, substituição de disciplinas consideradas menos preponderantes por outras tidas como fundamentais, e etc.), e atinge dimensões exorbitantes até à data do primeiro exame - não fosse permitido, de forma a que existisse alguma regulação numa amostragem que, de outro modo, parece estar sempre a sofrer manipulações que talvez protejam as escolas mas não protegem os alunos? Acredito que sim. E não seria, finalmente, preciso que se considerasse a nota de um aluno como resultado da parceria que se estabelece entre ele, a família e a escola, em função dos seus conhecimentos e não só dos seus resultados, e se deixasse este péssimo exemplo de, sempre que as notas dele são interessantes, a responsabilidade seja repartida, com muitas escolas a chamarem para si esse mérito; e quando ele reprova, não deixassem de existir algumas associações profissionais de professores a chamarem a atenção para a carência de conhecimentos dos alunos sem que, de forma humilde, proponham formação para alguns dos seus membros (sobretudo quando quem a devia organizar e promover, de forma equilibrada - o ministério da educação - parece ser, com imensa tristeza para todos nós, o campeão dos défices de atenção)? Claro!

Mas, seja como for, os exames estão a chegar. E é altura de terem bom senso. Por mais que os pais - muitos deles (às vezes, a maioria) com experiências escolares muito pouco ganhadoras, e com experiências de avaliação em provas nacionais muito sofridas - ora queiram poupar aos filhos os sofrimentos das suas infâncias e os "fantasmas" que (por causa deles) foram construindo, ora vejam nos exames uma vertigem um bocadinho precipitada de, com o auxílio dos bons resultados que eles obtenham no imediato (seja em que circunstância for), imaginarem um percurso escolar pleno de sucessos (ou, também, por vezes, um aditivo precioso para alguma da sua vaidade). E por mais que os professores, sentindo que (sobretudo, nalgumas escolas) estarão debaixo de um escrutínio sufocante - que faz com que, a partir de fevereiro, alguns vejam dislexia em 85% dos alunos de uma turma (trata-se de um exemplo real!), e outros criem uma pressão às crianças diretamente proporcional ao sufoco com que vivem os resultados dos exames como fator de risco para a sua renovação contratual - nem sempre lidem com os exames com a serenidade que eles talvez não devessem deixar de ter.
É, portanto, altura de vos propor algumas ideias que gostava que considerassem.

1. 
Os exames são um problema! E da mesma forma que uma das funções dos filhos é colocarem problemas aos pais (obrigando-os a resolverem problemas sempre mais complexos de forma, tendencialmente, sempre mais simples), a função da escola é pôr problemas às crianças, dando-lhes argumentos para pensarem sobre eles e para os resolverem (e não as soluções com que se cria uma ideia muito discutível de sucesso). 2. Os exames dão dores de barriga às crianças. E isso é bom. Porque por mais que todos gostássemos que não fosse assim, não há como aprender sem alguma dor. Sendo que quem hoje convive com dores de barriga e encontra forma, nos pais e nos professores, de não soçobrar a elas, amanhã ousa ser mais afoito em vez de fugir aos novos desafios para fugir às dores com que não aprendeu a conviver.3. Nos primeiros exames é saudável que se fique um "bocadinho burro", de vez em quando. E que haja quem se engasgue nas coisas mais simples, enquanto se desembaraça como deve ser em raciocínios mais complexos. Mas os exames são como as vacinas: quanto mais aprendermos a viver com o bocadinho de stress que eles trazem, mais aprenderemos a transformar o que é tóxico em saudável.4. Não é razoável empanturrar, nestas alturas, as crianças com explicações. Aliás, devia ser proibido fazê-lo. Como não é ponderado multiplicar aulas e aulas e mais aulas como se - fossem em vez de provas de aferição ou de exames - estivesse à discussão uma prova de vida e não uma prova de conhecimento. Aliás, sacrificar (em nome de ganhos de curto prazo) argumentos que levedem para a vida não é dos melhores exemplos que se possa dar.

5. É proibido fazer dos exames um exame à inteligência de uma criança. Todas as crianças são inteligentes! Por mais que, por défices na sua formação ou por sobressaltos que tenham ficado da sua experiência escolar, por exemplo, algumas não consigam transformar, num determinado momento, competências em recursos.

6. É saudável que um aluno tenha medo dos exames. Sobretudo porque, como todos nós, terá medo daquilo que não conhece. Mas se fugir do medo é uma belíssima forma de ficar preso a ele, insuflá-lo (como forma de nos tornarmos mais responsáveis diante dele) pressupõe que se não for à boleia de fantasmas ninguém cresce. E aqui as maiores escorregadelas, inteligência-abaixo, não são as das crianças...

7. É imprudente criar uma atmosfera escolar do género: "com os exames é que vocês vão ver!". Transformar um exame num papão é tão sensato como quando, na Idade Média, se dizia que, para além das rotas marítimas que se conheciam, só existiriam monstros e dragões. Tivessem os nossos antepassados a mesma relação com o conhecimento que algumas escolas colocam nos exames e os Descobrimentos portugueses teriam sido uma oportunidade perdida.

8. É proibido proibir de brincar na altura dos exames. Brincar arruma a cabeça, é ansiolítico e antidepressivo. Brincar a sério e livremente. Duas horas por dia. Pelo menos!

9. É proibido recorrer a aditivos sintéticos (psicofármacos, portanto) como forma de ora tornar as crianças, aparentemente, mais seguras, ora fazendo com que pareçam menos tristonhas. A forma imprudente como isso se vai banalizando, em todos os graus de ensino, quase devia merecer um controlo antidoping que, em última circunstância, ganharia se penalizasse - por maus desempenhos - muitos pais.

10. Não são razoáveis comentários alarmistas sobre os exames na escola ou na família. Ou uma atenção inflamatória do género: "estás nervoso?..." Ou um silêncio que pretende disfarçar a tensão da família diante dos exames, quando a vida se faz com eles. As crianças percebem muito bem aquilo que estáà discussão num exame. Só não percebem porque é que quem as devia sossegar dos seus medos lhos impinge em demasia.

11. Não é, finalmente, ponderado transformar as crianças em caça-fantasmas dos pais ou das escolas a propósito dos exames. E não é, obviamente, uma catástrofe que elas cresçam conhecendo os medos de quem as educa. Mas não é prudente projetar sobre elas todos eles, esperando que sejam as crianças a ultrapassar com os seus desempenhos, num determinado momento, todos os fantasmas em torno da escola e dos exames que as pessoas crescidas foram acumulando ao longo dos anos.

12. Os exames estão a chegar. E isso é bom! Mau de verdade é que quem os torna assustadores como fantasmas pareça, por vezes, ter vindo para ficar.

domingo, 29 de maio de 2016

ENSINO: "não sei, não consigo e não sou capaz"

Todas as crianças têm um bocadinho de medo ao chegarem à hora de mostrarem do que são capazes. E isso não é mau. Mas há crianças que, de medo em medo, ficam tão assustadiças que passam a ter medo... de ter medo.
E aqui, sim, tudo se complica. Sobretudo quando todos os momentos dedicados aos trabalhos de casa e a breves passagens por um livro ou outro são acompanhadas por reivindicações, mais ou menos desesperadas, de "não sei, não consigo e não sou capaz!" (que acabam no mais famoso de todos os adocicados desabafos maternos: "ele só trabalha se estiver ao pé de mim...").
Pelo caminho, foram ficando os primeiros sinais de que alguma coisa teria de mudar: ou através da forma como, à medida que iam reclamando que tudo era difícil, as crianças foram fazendo escolhas de conveniência, sempre com o "mais fácil" à frente de tudo; ou da maneira como, sejam as perguntas de desenvolvimento ou as composições escritas, elas vão oscilando entre respostas que variam entre o "minimalista" e o telegráfico. Para continuar a ler, clicar AQUI

sábado, 28 de maio de 2016

inPRENSA:

Ensinar matemática e dar uma mesada é uma boa forma de introduzir o dinheiro às crianças. Para saber mais, clicar AQUI.


Em Portugal, 14% dos alunos dizem sentir-se infelizes na escola e, segundo um estudo do Conselho Nacional de Educação (CNE), os estudantes menos felizes têm piores resultados académicos. Para saber mais, clicar AQUI.


As crianças de uma aldeia chinesa enfrentam um penhasco de 800 metros para conseguir ir à escola. Para saber mais, clicar AQUI ou AQUI.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Jovens entre incredulidade e (novo) fascínio da fé

«Na tua opinião, o que há de belo no crer?». Dos 150 inquiridos, só oito responderam que não há nada de belo. Para os outros 142, crentes ou não crentes, crer é belo porque dá esperança, permite nunca sentir-se só, ter um sentido para a própria vida. Dito por jovens que não acreditam, parece revelar uma nostalgia de Deus que comove e faz pensar. Para saber mais, clicar AQUI.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

inPRENSA: O papel principal

Os exames, o número de alunos por turma, os horários, a carga letiva e não letiva, os manuais, as horas de trabalho dos professores e as horas de estudo dos alunos. Discute-se tudo em educação exceto a própria educação. O que requer uma reflexão profunda e urgente - a forma desajustada da realidade como tentamos ensinar os miúdos, recorrendo a métodos com mais de 50 anos num mundo que se alterou radicalmente - é o único tema que parece não merecer a atenção entre quem define o que é preciso meter na cabeça das crianças. Para continuar a ler, clicar AQUI.

terça-feira, 24 de maio de 2016

ENSINO: Jogos digitais são cada vez mais usados nas escolas

Se o mundo em que as crianças crescem é digital, o ensino caminha para lá. Só neste ano, o governo lançou iniciativa, combinando programação e jogos, para 27 mil alunos. Para continuar a ler, clicar AQUI.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

inPRENSA: Portugal tem quatro campeões mundiais em cálculo mental

Quatro estudantes portugueses, dois deles de Abrantes, conquistaram este ano o título de campeões mundiais de cálculo mental no SuperTmatic, nos respetivos escalões, tendo João Bento, de 14 anos, conquistado o título mundial pelo terceiro ano consecutivo. Para saber mais, clicar AQUI.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

FORMAÇÃO: Papa desafia jovens insatisfeitos com «consumismo» a deixar tudo e a «queimar» a vida

«Queria dizer aos rapazes e às raparigas de hoje que não se sentem bem – “não sou muito feliz com esta cultura do consumismo, do narcisismo”: Olhai o horizonte. Olhai para lá, olhai para estes nossos missionários.» «[“Queimar”] é uma palavra um pouco dura, mas a vida vale a pena vivê-la. Mas para a viver bem, é preciso queimá-la no serviço, no anúncio, e ir em frente.». Para saber mais, clicar AQUI.

terça-feira, 17 de maio de 2016

FORMAÇÃO:“A República de Abril ofereceu as liberdades mas esqueceu-se de criar cidadãos”

Ramalho Eanes foi o grande homenageado no encontro com jovens que marcou o arranque das comemorações dos 40 anos das primeiras eleições presidenciais. Pediu que o provocassem, mas foi ele o maior provocador...Ramalho Eanes, o primeiro Presidente da República em democracia (1976-1986), defende que a revolução de abril "oferece todas as liberdades, mas esqueceu-se que é necessário criar cidadãos". Para saber mais, clicar AQUI.


Apesar dos progressos feitos, falta cumprir a democracia e essa passa por um trabalho de formação cívica que deve iniciar-se bem cedo e que mal irá se se limitar a um conjunto de informações e conhecimentos sobre o funcionamento das sociedades democráticas. Para saber mais, clicar AQUI.

domingo, 1 de maio de 2016

inPRENSA: Aprender a aprender

Aprender a gostar de ler. É esta a competência mais importante que um professor tem de passar aos alunos. Não importa se a aula é de Português, de História ou de Matemática, saber ler - não juntar letras mas entender, interpretar, imaginar - é fundamental. Não é que seja impossível, mas sem esse talento é dez vezes mais difícil desvendar a solução dos problemas matemáticos, perceber a história universal, saber porque faz mais calor em África do que na Islândia. Para continuar a ler, clicar AQUI.

terça-feira, 26 de abril de 2016

inPRENSA: Sem rede

A última década de educação em Portugal deu numa acumulação de erros trágica que só com muito esforço político será corrigida: enfraqueceram-se as escolas com a fragilização das condições de formação inicial dos professores, a crise financeira obrigou a cortes que foram directos para o sistema de fornecimento de oxigénio. Saber mais clicando AQUI.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

"ISTO É MATEMÁTICA": acabar de vez com o mito (9ª série)


Não sabia? Não se lembrou? Já era? Não faz mal. Não tem problema. A matemática é para isso mesmo, para resolver problemas, pois, convém lembrar, ela está em todo o lado, na vida nossa de todos os dias. A partir daqui chega-se a todo o "lado". Mas vamos por partes:

1. “Cenas ao Nível do Terabit”
No 1º episódio desta 9ª série, o matemático Rogério Martins fala sobre comunicações e reflexão total. Para tal, faz algumas experiências com água, fala sobre fibra óptica e presta homenagem à série Espaço 1999.
2. “O Português Médio"
Neste 2º episódio, e num exclusivo mundial, o matemático Rogério Martins vai desvendar qual é a cara do Português médio!
3. “Origami”
Neste 3º episódio o matemático Rogério Martins faz barquinhos e aviões de papel, algo a que os adultos chamam: Origami. Sim, basicamente vai dobrar papel, mas também vai mostrar-lhe que a geometria do Origami não é uma brincadeira de crianças.
4. “Crescimento Fatorial”
Este 4º episódio é especial para o matemático Rogério Martins. Porquê? Porque hoje é o primeiro encontro do grupo de matemáticos: A Confraria do Pi! Bem, na verdade o Rogério inventou este grupo apenas para poder falar sobre crescimento fatorial e almoçar com os amigos.
5. “A Tractriz, o Cão e a Corneta”  
Neste 5º episódio o matemático Rogério Martins apresenta a curva tractriz. Para tal, fala sobre a forma do universo, tocará uma corneta... e vai passear o cão.
6. “De Esquerda ou De Direita?”  
Neste 6º episódio o matemático Rogério Martins fala da dicotomia esquerda-direita. Para tal, apresenta-lhe duas moléculas, fala sobre pés, e sobre... o Enrique Iglesias.
7º . “A Fórmula Mais Bela”  
Neste 7º episódio o matemático Rogério Martins fala sobre fórmulas! Se as fórmulas têm um efeito hipnótico na sua mente, então este episódio é para si! Se as fórmulas lhe causam urticária, não saia do seu lugar e dê-nos o benefício da dúvida, porque hoje vamos mostrar-lhe as mais aterradoras, mas também as mais belas fórmulas matemáticas!
8º. “Como Partilhar um Segredo”
Neste 8º episódio o matemático Rogério Martins diz-lhe qual é a forma mais segura de partilhar um segredo. Para tal, fala de códigos secretos, mísseis balísticos intercontinentais e cofres pessoais.
9º.  “O Nosso Número Sete”  
Neste 9º episódio o matemático Rogério Martins desvenda qual é o número preferido em todo o mundo! Às portas do Euro, ele foi visitar a Cidade do Futebol, um sítio carregadinho de números.
10º. “Massa e Peso”
Neste 10º episódio o matemático Rogério Martins tem uma pergunta algo delicada para si: Gostaria de perder peso? Se a sua resposta foi “sim”, uma possibilidade é ir morar para um país junto ao equador! Intrigado?
11º. "Onda de Pêndulos"
Neste 11º episódio o matemático Rogério Martins está na Academia de Novo Circo “Armazém Aério" para falar sobre pêndulos, e fazer algumas experiências com eles que se esperam ser hipnóticas.
12ª.A Matemática das Letras
Neste 12ª episódio o matemático Rogério Martins está no Grémio Literário para lhe falar sobre a matemática das letras!
13º. “Seis Graus de Separação”  
Neste 13º episódio o matemático Rogério Martins fala sobre a famosa teoria dos seis graus de separação, recorrendo a alguns exemplos mundanos, e a um exemplo... divinal.


EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: «O amor é o bilhete de identidade do cristão», diz papa aos jovens

«Quantas vezes me acontece telefonar a amigos, mas acontece que não consigo pôr-me em contacto com eles porque não há rede. Estou certo de que também vos sucede o mesmo, que o telemóvel não apanhe rede em alguns lugares... Pois bem, recordai que se na vossa vida não houver Jesus, é como se não houvesse rede!». Saber mais clicando AQUI.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

ENSINO: E o tempo livre, senhores?

"Contando com o caminho de casa para a escola, e vice-versa, haverá crianças que passam 13 horas por dia (mais ou menos) em relação com o seu espaço de trabalho.
Se aos adultos são admitidos sintomas de burnout (que se traduzem em exaustão e sentimentos de confusão em relação a si e aos outros) que interferem com toda a sua vida, quando trabalham demais, e se se tem como provado que 55 horas de trabalho por semana aumenta, em relação a eles, o risco de enfarte, porque é que, ainda assim, tantas horas de trabalho e de aprendizagem são saudáveis ou inócuas para as crianças?
E porque é que não merecem reservas? E porque é que tem de ser o horário de escola de muitas crianças a adequar-se aos horários de trabalho dos pais e não o contrário? E onde está o empenhamento de todos nós para se encontrarem alternativas (no direito do trabalho relativo aos seus pais, por exemplo)?
E porque é que, quando crianças se desligam da escola, não se fala de exaustão mas, antes, surgem, como "sobretaxa", os défices de atenção?"


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terça-feira, 29 de março de 2016

inPRENSA: prémio e pré-escolar

O matemático Andrew Wiles recebeu na semana passada o prémio Abel por ter conseguido resolver um dos problemas matemáticos mais difíceis de sempre. Para continuar a ler clicar AQUI.


O ensino pré-escolar influencia os resultados a longo prazo dos alunos de forma positiva. Segundo conclusões do projeto Aqeduto, as crianças que o frequentam mais tempo têm melhores resultados. para continuar a ler clicar AQUI.

segunda-feira, 28 de março de 2016

ENSINO: Para que serve reprovar?

Para que serve, então, reprovar? Regra geral, serve para quase nada. Ou, de outra forma: em vez de servir para resolver um problema, serve para o multiplicar (por vezes, de forma exponencial). E serve, ainda, para não se perguntar onde terão estado todos os agentes educativos - pais e professores, em parceria - nos 9 ou 10 meses anteriores à própria reprovação.

Por isso mesmo, e tentando ser com isso interpelante, tenho repetido que sempre que um aluno reprova a sua escola deveria "fechar" para balanço.

Isto é: todos aqueles que o levaram pela mão nesse período deviam perguntar-se, até à exaustão, o que poderá ter falhado com ele e, sobretudo, de que forma os pequenos e os grandes erros que poderão ter existido serão reparáveis?   



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sábado, 26 de março de 2016

ENSINO, EDUCAÇÃO & FORMAÇÃO: a indisciplina na escola

Alguns dos docentes contactados optaram por não falar, evitando assim qualquer risco de exposição. Mas o fenómeno nunca é negado. E quem dá aulas, todos os dias, tem consciência de quais são os problemas mais comuns nas escolas. Para continuar a ler, clicar AQUI.
Mas foi o deputado Miguel Tiago que colocou os pontos nos "i's", isto é, referiu aqueles aspectos que verdadeiramente ajudarão a minimizar e muito, a indisciplina. Até ao momento não vira, eu, ninguém a referir-se desta maneira, mas tão só e sempre, aquilo que não resolve, nem nunca resolveu, esta questão e ainda por cima em "letras gordas", «menos alunos por turma para reduzir a insdisciplina». Sei do que falo&escrevo - o meu contributo escrito para o projecto educativo da minha escola fala por mim. Está tudo lá «preto no branco».













Fonte: http://www.dn.pt/portugal/interior/menos-alunos-por-turma-a-primeira-arma-contra-a-indisciplina-5077306.html

quarta-feira, 23 de março de 2016

LIVRO&LEITURA: O que vai na cabeça do meu filho? Dez regras para entendê-lo

Por que é que esta criança não me obedece? Donde veio esta resposta torta? Quem é esta pessoa que apareceu no corpo do meu filho? As perguntas estão na cabeça dos pais. As respostas passam pelo livro “O que se Passa na Cabeça do Meu Filho?”. Para continuar a ler, clicar AQUI.

terça-feira, 22 de março de 2016

(in)PRENSA semanal: “A matemática é um jogo do qual se têm de aprender as regras”

“Se eu conseguir convencer alguém a não dizer que a matemática é um desperdício de tempo, já estarei a fazer alguma coisa para o futuro”, confessa o matemático Luca Gerardo Giorda. Para continuar a ler, clicar AQUI.



sábado, 19 de março de 2016

inPRENSA: Matemáticos descobrem padrões inesperados nos números primos

Os números primos foram sempre uma das grandes vedetas da matemática. Mas os matemáticos foram agora surpreendidos ao descobrirem que os números primos parecem ter padrões que nunca tinham sido detectados. Para continuar a ler clicar AQUI.

quinta-feira, 17 de março de 2016

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Há uma infância ateia, mas Deus bate sempre à porta

Perguntei-me como cresce uma criança educada sem qualquer ensinamento religioso. Não é batizada, não vai à catequese, não vai à missa, não recebe a comunhão, não é crismada. Na prática não sabe sequer fazer-se o sinal da cruz e como hoje ignora o Menino Jesus, amanhã nada saberá de João Batista, das bodas de Caná, da samaritana, do cego de nascença, da pesca milagrosa, do filho pródigo. Depois de amanhã, consequentemente, quando fizer os estudos superiores, não se encontrará em sintonia com o Cântico das Criaturas de Francisco, com Dante e, se se cruzar com eles, com Agostinho, Tomás, Pascal, etc. Mais: educado a viver da razão e a julgar com base na própria lógica, não quererá ser "marcado" por nenhum santo e por nenhum dos autores cristãos. Conhecê-los-á, se os conhecer, permanecendo afastado e chamará a essa atitude "ser objetivo".Para continuar a ler clicar AQUI.

sexta-feira, 11 de março de 2016

REFLEXÃO/MEDITAÇÃO/ATENÇÃO: Os filhos

A educação é, sim, importante, como o é a família. Todavia, o destino de um filho nunca será o fruto puro e simples do contexto em que viveu, nem tampouco a objetivação dos sonhos e das expetativas dos pais. Para continuar a ler, clicar AQUI.

sexta-feira, 4 de março de 2016

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Impreparação da geração mais preparada

Assim escreve Eliane Brum:



Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
or que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.”
 

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

LIVRO&LEITURA: “Querido papa Francisco”

«O que fazia Deus antes de fazer o mundo? O que é feito dos nossos entes queridos após a morte? Temos realmente todos, mesmo os maus, um anjo da guarda? Qual foi a coisa mais difícil que o papa teve de fazer na sua missão e que coisa faria se pudesse realizar um milagre? A estas e outras perguntas (…) o papa Francisco responde com palavras simples e extraordinariamente íntimas, como um pai extremoso, acolhendo e confiando aos mais pequenos a sua reflexão sobre a vida e sobre a fé», adianta o texto de apresentação. Para continuar a ler, clicar AQUI.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

ENSINO: Métodos

Cidadãos analíticos, reflexivos e sistemáticos, críticos e livres são o reflexo de uma longa preparação, que passa também pela escola. Escola que não complica nem complexifica desnecessariamente, antes escola que atrai, convida e motiva, escola leve, criativa, libertadora. Ler o desenvolvimento AQUI.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Há livros que nos podem fazer mal?

Há um movimento de estudantes universitários norte-americanos a pedir que os protejam dos conteúdos de alguns livros que consideram perigosos. Em causa estão sobretudo clássicos da literatura grega e romana. A psiquiatra Manuela Correia fala em “infantilização” da sociedade. Por aqui.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Terra...

... a nossa ca(u)sa comum em perigo, já todos o sabemos. Mas o "quê" e "como" fazemos para a salvar? Passar d'aqui, por uma sincera e profunda reflexão, para a acção.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

ENSINO: "Aprender para Avaliar"

Eu gosto que as crianças sejam avaliadas. Gosto que vacilem sobre aquilo que sabem. Gosto que leiam as perguntas em diagonal e, de tão entusiasmadas, se precipitem e se tornem trapalhonas nas respostas. Gosto que fiquem "burras", de vez em quando, e que "bloqueiem" (como os seus pais dizem), parecendo deixar de saber responder ao mais elementar, errando onde era suposto que conseguiriam acertar, por mais que preservem raciocínios complexos e acertem naquilo que seria, facilmente, aceite que elas errariam. E gosto quando, ao saírem de um teste, sossegam os pais assegurando-lhes, com mais um "correu bem", que quer dizer: "não há motivo para alarmes". Por mais que, ao receberem a correção acerca daquilo que fizeram, fiquem sem saber quem é que, afinal, terá feito, por elas (certamente!), aquele teste. Por outras palavras, se as crianças não aprenderem a conviver com o medo de ser avaliadas, com todos os solavancos que isso lhes traz (em termos pessoais e em relação aos seus próprios desempenhos), ficam mais frágeis, menos afoitas, com menos garra e com menos brio.

No entanto, acho que somos todos muito batoteiros nas avaliações que lhes fazemos! Ora para saber o "como" e o "porquê" ler aqui, na LeYa Educação, mais um artigo do Drº Eduardo Sá, extenso, mas explícito.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

ENSINO: Escolas para o séc XXI

Este breve estudo apresenta tipos de escolas que, enquadrados nos sistemas educativos dos seus países, se distinguem das escolas públicas tradicionais, tanto por usufruírem de maiores graus de autonomia como por muitas delas optarem por projectos educativos inovadores. É, assim, explicado o modo de funcionamento das escolas com contrato (charter schools) e das escolas magnet, nos EUA, e das academias, escolas livres e escolas independentes na Inglaterra, na Suécia, na Holanda e na Dinamarca. Faz-se ainda uma análise concisa dos efeitos destas escolas nos alunos (desempenhos) e no sistema (segregação social), lançando a reflexão sobre o modo como estas experiências podem contribuir para a reflexão acerca do sistema educativo português. Para download, clicar aqui.

domingo, 31 de janeiro de 2016

ENSINO: Desformatados

Sentar 25 pré-adolescentes numa sala e obrigá-los a ouvir um discurso, quietos e em silêncio, durante uma hora e meia. Só a ideia dá vontade de rir. Mas é esta a fórmula que a disciplina impõe nas escolas portuguesas. Para ler mais clicar aqui.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

"ISTO É MATEMÁTICA": acabar de vez com o mito (8ª série)

Não sabia? Não se lembrou? Já era? Não faz mal. Não tem problema. A matemática é para isso mesmo, para resolver problemas, pois, convém lembrar, ela está em todo o lado, na vida nossa de todos os dias. A partir daqui chega-se a todo o "lado". Mas vamos por partes:
 
1. "...E noventa e nove!"
Neste 1º episódio da série o matemático Rogério Martins vai tentar explicar a razão matemática para a existência dos famosos 99 cêntimos. Para isso, vai falar da lei da oferta a da procura... da psicologia do consumo e... vai vender limonada. Tudo isto, na estreia da oitava temporada de... Isto é Matemática!
2. "Por Acaso Sabe o Que é o Acaso"
Neste 2º episódio o matemático Rogério Martins tem uma pergunta para si: Por acaso sabe o que é o acaso? Vamos tentar responder a esta questão, falando de zeros e uns, algoritmos... e sobre: a Falácia do Jogador!
3. "Correlações" 
Neste episódio o matemático Rogério Martins visita o maior olival de Portugal, para lhe explicar o que são correlações. Para tal, fala de estudos, azeite, e jornalismo esquisito.
4. “Primos Gémeos”
Vamos ao 4º episódio. Nele, o matemático Rogério Martins fala sobre: primos gémeos. Não, isto não é uma maluqueira genética. Primos gémeos são apenas números inteiros... muito especiais. E Isto é Matemática!
5. “Os Limites dos Recordes”
Neste 5º episódio o matemático Rogério Martins fala sobre os limites dos recordes. Para tal, passeia numa ciclovia de Lisboa, analisa os recordes de um jamaicano voador... e veste-se de licra para correr os cem metros. Sim, isto vai acontecer.
6. “Como a FIFA Mede as Suas Bolas”  
Neste 6º episódio o matemático Rogério Martins coloca uma questão: será que a bola de futebol é realmente esférica? Para tal, mostra como é que a FIFA mede as suas bolas!
7. “A Geometria do Almada"
Neste 7º episódio o matemático Rogério Martins fala da ligação entre a Matemática e a Arte, recorrendo à obra plástica de Almada Negreiros, e ao trabalho do artista plástico Simão Palmeirim Costa e do matemático Pedro J. Freitas.  
8. “As Dobrinhas das Orelhas”
Neste 8º episódio o matemático Rogério Martins fala sobre as dobrinhas das orelhas! Qual será a sua utilidade? Estarão ali por acaso? Que matemática haverá nas minhas orelhas? 
9. “Estimativas Curiosas”
Neste 9º episódio o matemático Rogério Martins responde a algumas perguntas curiosas usando estimativas. Para tal, fala de manifestações, estrelas e arroz de pato... mas também de grãos de areia, Carl Sagan e sanitas. À primeira vista pode não parecer, mas...
10. “Um Euromilhões Só Para Si”  
Neste 10º episódio o matemático Rogério Martins ensina-lhe a fazer a sua própria sorte no Euromilhões. Como não ganhar pouco no Euromilhões AQUI.
11. “Câmera Escura”  
Neste 11º episódio o matemático Rogério Martins mostra-lhe algo que os chineses descobriram no século quinto antes de Cristo, mas que a natureza inventou muito antes disso, e que colocou nos seus olhos: Uma Câmera Escura!
12. “Mostra-me a Tua Simetria”  
Neste 12º episódio o matemático Rogério Martins passeia pela mui Nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto, fala sobre simetrias e coloca uma questão: Porque é que somos simétricos... exteriormente.
13. “A Bomba Atómica do Trigo”  
Neste 13º episódio o matemático Rogério Martins vai a um cenário pós-apocalíptico para fazer um filme indiano. Porquê? Para dar a conhecer a curiosa relação entre exponenciais, xadrez e bombas atómicas!

domingo, 24 de janeiro de 2016

REFLEXÃO/ATENÇÃO/MEDITAÇÃO: "A necessidade aguça o engenho"

Conhecer esta situação e a partir dela e de outras semelhantes já conhecidas, pensar e reflectir:
Será que precisamos de muito para sermos felizes? Como estão, de facto, a ser educadas as nossas crianças? «Nem oito, nem oitenta»! É evidente, mas...


 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

inPRENSA: as novas do Ministério da Educação e ainda...

Em editorial do Diário de Notícias, Joana Petiz escreve "Os melhores", Ana Bela Ferreira diz que "Governo desfaz em 40 dias política de educação de Crato" e Manuela Pires intitula o seu artigo na newsletter da RR "Exames do ensino básico com pouco impacto na nota final dos alunos" - claro como a clara do «branco é galinha o põe», pelo que "para quê" a abolição dos exames? Ah, já me esquecia da política do "coitadinho". E assim vamos, do "coitadinho em coitadinho" até à derrota final, nos consultórios dos psicólogos e/ou dos psiquiatras.
O que é certo é que "a avaliação dos alunos já mudou mais de 20 vezes nos últimos 16 anos". Enfim, "Um vai e vem de exames no ensino básico". Entretanto o "CNE - Conselho Nacional de Educação está contra o fim de exames no 6º e 9º anos". "Et voilá", fresca, fresquinha e sem quaisquer explicações, a palavra decisiva do governo. Sobre ela, enquanto uns têm cá uma "lata", outros até concordam, mas ... até dá vontade de rir a bom rir - azar o deles. Também, como não podia deixar de ser, convém estar sempre atento ao que Paulo Guinote e Santana Castilho, dosi especialistas da matéria, escrevem sobre o ensino nesta terra à beira-mar plantada. E "a procissão ainda vai no adro" e já se lançam por aí alguns foguetes de descontentamento, começando também a rufarem os eternos tambores de uma ...; por este andar...babysitting precisa-se.
Desta feita é o Conselho de Escolas (CE), órgão consultivo do Ministério de Educação (ME), que quer a continuação dos exames no 6º ano e provas de aferição só nos 4º e 8º anos

 

 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

EDUCAÇÃO&ENSINO: Sobre como fazer as contas

É difícil antever a possibilidade de afirmar as democracias sem uma perspetiva de educação que ultrapasse a mercantilização da formação da pessoa. Não nos esqueçamos que a redução da nossa vida comum à lógica do mercado também enfraqueceu fortemente o papel educativo e protetor das famílias e que os infantes estão, largamente, entregues a si mesmos e às maravilhas educativas da internet. Quando se está sentado sobre um barril de pólvora não nos convém brincar com o fogo. Um bom ano!
Ler mais aqui e, a propósito, também aqui.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO & EDUCAÇÃO: Encontro europeu de Taizé. Milhares de jovens vão passar o ano em oração

O encontro de final de ano começa esta segunda-feira em Valência, Espanha, e termina a 1 de Janeiro. Participantes receberam uma carta do Papa Francisco. Para ler mais clique aqui.
Muito gosto eu de ver os jovens nestas "andanças".

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

inPRENSA & ENSINO:

Suspender metas curriculares? Sim, mas não para já
PCP pede fim imediato das regras de avaliação dos alunos. Governo diz que só faz mudanças depois de avaliação científica. Para ler mais clique aqui.
Cientistas desenvolvem a primeira teoria matemática do humor
http://zap.aeiou.pt/cientistas-desenvolvem-a-primeira-teoria-matematica-do-humor-95319
Matemática troca as volta aos vírus e às bactérias
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=520885
Matemática ajuda a combater infeções
Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro descobriu um algoritmo que ajuda a combater infeções em simultâneo pelo vírus VIH, que causa a sida, e pela bactéria da tuberculose. O modelo prevê a influência dos tratamentos na evolução do estado de saúde dos pacientes, a médio e longo prazo. Assim, os médicos podem traçar prioridades e decidir quem deve ser tratado, como e durante quanto tempo, de forma a reduzir ao mínimo o número dos infetados a desenvolver ativamente as duas doenças.
O modelo ajuda a escolher quem “deve fazer o tratamento para ambas as doenças ou apenas uma delas, considerando situações de escassez de meios para o tratamento de toda a população infetada”, explicou Delfim Torres, coautor do estudo, com Cristiana Silva.
O algoritmo divide a população em classes, de acordo com o estado de saúde de cada pessoa em relação a cada uma das duas infeções. (in JN de 2 de Dezembro de 2015) 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO & ENSINO: Estes adultos estão loucos...

Ainda não percebi bem o que querem de mim...

Nasci porque a minha mamã queria ser Mãe e o meu papá queria ser Pai.

Mas não pensaram se eu quereria ser o filho deles a tempo inteiro.

E eles, afinal, não tinham tempo para mim.

Mas fizeram-me nascer na mesma.

Agora sou bebé, passo 8 ou 9 horas por dia na creche, até que a minha mãe (quase sempre) ou o meu pai, me venham buscar.

Chego a casa cansado, bem como os meus pais; eles olham para mim, dizem blá-blá-blá, eu rio-me, eles também e depois metem-me na cama.

Ando assim 5 ou 6 anos.

Depois começo a frequentar a escola.
Entro logo de manhã, às vezes debaixo de chuva, vento e muito frio e estou dentro da escola, 6 ou 7 horas, até que a minha mãe (quase sempre) me venha buscar.

Em casa, faço os TPC's., com a ajuda possível dos meus pais, que estão cansados, frustrados, revoltados com o trabalho, cujos salários mal dão para vivermos com dignidade, até que chega a hora do jantar, feito pela minha mãe.

Depois olham para mim, com os olhos cansados, mas ainda com energia para dizerem blá-blá-blá. Eu ainda me rio, eles também, lavo os dentes e vou para a cama.
Ando assim mais 4 anos.

Entro na escola secundária. Tenho muitos professores e muitas disciplinas. Fico lá 6 ou 7 horas, até tocar para a saída.
Nos primeiros tempos ainda espero pelo meu pai (é ele que tem o carro) e vou para a casa.
Mas, alguns 3 ou 4 anos depois, já regresso sozinho.
Apanho os transportes públicos, cheios de adultos que até me pisam para entrarem primeiro do que eu, mostro o "passe" e chego a casa, cansado! Beijo o meu pai, também cansado, beijo a minha mãe que está na cozinha, também fatigada e tento fazer os TPC's. Por vezes adormeço e muitas vezes não consigo fazê-los.E então já sei que os professores vão escrever um "recado" ao meu pai. E depois vou ser castigado.
Mesmo que esteja cansado! No dia seguinte, o professor grita comigo e pergunta se os meus pais não têm tempo para me dar educação.
Eu não respondo, mas apetece-me!

Alguns dos meus colegas, respondem!
E os professores dizem que não são educadores.
Que os educadores deviam ser os pais.

Só que os professores estão comigo 7 horas por dia, se não faltarem às aulas.
Os meus pais, estão comigo, talvez, 2 ou 3 horas por dia, o resto é para comer e dormir.
Fico a pensar, quem é que me poderá educar?

Acho que os adultos estão loucos!

Vou começar a fazer uma birra!
Talvez me olhem de outra maneira...
Acho que vou começar a fumar nas traseiras da escola.
Está lá a malta da turma.
Eles até não se importam de "partilhar aqueles cigarros que eles próprios fazem".
Eles dizem que aquilo é um paraíso. Talvez experimente.

Os professores não vão dizer nada porque não são meus educadores.
Os meus pais não vão dizer nada porque na escola ninguém tem obrigação de me vigiar e em casa os meus pais estão cansados e só estão comigo (acordados) 2 ou 3 horas.

Os adultos dizem que eu sou mal-educado mas não é verdade, eu não tenho mesmo nenhuma educação.
Porquê?
Porque os adultos não têm tempo!

NOTA:Não tenho nada contra os Pais ou os Professores, mas tenho contra esta Sociedade desequilibrada!

          

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

ENSINO&UTILIDADES: Matemática ensina a melhor forma de embrulhar presentes

Dificuldade em embrulhar embalagens ovais ou em forma de triângulo? Veja o vídeo aqui e aprenda a fazê-lo de uma forma muito simples.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

ENSINO: Aprender a ler mais cedo: a pressão do sucesso começa no pré-escolar

Pediatras defendem que não se deve forçar o desenvolvimento das crianças. Educadores dizem que seguem o ritmo de cada um. Sair do pré-escolar a ler não é uma meta, asseguram, mas estudo americano indica o contrário. Para ler mais clicar aqui.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

inPRENSA: “Esqueçam tudo o que aprenderam na escola sobre Matemática”

E aqui está uma história totalmente diferente, como diriam os Monty Python: Edward Frenkel, um dos grandes matemáticos da atualidade, russo a viver nos EUA, diz que esta disciplina se ensina como se a terra fosse plana. “Esqueçam tudo o que aprenderam na escola sobre matemática” diz ele.

sábado, 12 de dezembro de 2015

inPRENSA: ranking das escolas

No ensino secundário confirma-se o domínio cada vez mais absoluto das escolas privadas, que ocupam os primeiros 36 lugares. Ler mais aqui aqui e, porque «não há duas sem três», ainda mais aqui. Chega?
- Não?! Então mais este, esse, aquele e basta!
- Oh não, só mais uma.
- Ok! Aqui, ali, acolá, além e "c'est fini"!
Pelos vistos «cada cabeça sua sentença».

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

DIDÁCTICA: A descoberta. Lego para ensinar matemática

Como se não bastasse o Lego ser um brinquedo espectacular, uma professora encontrou uma outra utilidade para estas peças coloridas, com fins educacionais e de desenvolvimento. Ler mais em:

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

LIVRO&LEITURA: Livro «perigoso», como «fogo», que não é para ficar a «encher-se de pó»

«Amo a minha velha Bíblia, que me acompanhou metade da minha vida. Viu a minha alegria, foi banhada pelas minhas lágrimas: é o meu tesouro inestimável. Vivo dela e por nada do mundo me desfarei dela.». Ler mais em: http://www.snpcultura.org/papa_prefacia_biblia_para_jovens.html

sábado, 5 de dezembro de 2015

inPRENSA:...alargar o ensino profissional ao básico...

PS arrasa aposta educativa do anterior governo
Vai acabar o ensino vocacional do 5.º ao 9.º ano. O básico volta a ser "integrado, global e comum a todas as crianças". Ler mais em:
Uma alternativa
Empurrar os miúdos para longe de uma oportunidade de vida melhor. Foi assim que foi sempre vista a ideia do anterior ministro da Educação de - chamou-se-lhe vocacional porque o objetivo era que seguissem a sua vocação logo a partir dos 13 anos. Não haverá muitas pessoas que, com essa idade, sejam capazes de dizer o que querem fazer para o resto da vida, mas pais, professores e até os próprios miúdos cedo descobrem as suas áreas de interesse. Será assim tão perverso pretender que crianças que chumbem três vezes antes de chegar ao 10.º ano sejam encaminhadas para um tipo de ensino diferente? Ler mais em:
http://www.dn.pt/opiniao/editoriais/interior/uma-alternativa-4916636.html

Comentário: esta é já a 2ª asneira do Ministério da Educação deste XXI governo! - minha opinião.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

ENSINO: Oh Mãe, a escola é longe?

Imaginem-se, Pais&alunos do chamado mundo desenvolvido em geral - Portugal incluído - em determinadas zonas da China, do Sri Lanka, da Colômbia, das Filipinas, da Índia, da Indonésia, dos Himalaias, da Birmânia, em particular. Que tal? - «Para bom endendedor meia palavra basta»!


 

domingo, 22 de novembro de 2015

REFLEXÃO&ATENÇÃO: A motivação é o diabo

Os primeiros (grandes) obstáculos para a motivação dos filhos são os pais! Acresce que a escola, ela mesma, representa o segundo grande obstáculo à motivação dos alunos em relação a si própria. E seremos nós todos - família, escola e sociedade - o terceiro obstáculo à motivação de todos eles. E, depois, há os alunos. Mas será que alguma criança nasce desmotivada para crescer ou para aprender? Não! A falta de motivação acaba por representar aquilo que ela é, realmente: uma forma de desistir sem desistência. Ou, se preferirem: um modo de ir desistindo sem se assumir, de forma aberta, a desistência. Ler mais em:
http://www.leyaeducacao.com/z_escola/i_217/ct_209/

sábado, 21 de novembro de 2015

MÚSICA: "Celebration" by...

...Playing For Change. Mas de quem se trata?
Playing For Change is a movement dedicated to connect the world through music. In 2007 we created the Playing For Change Foundation is dedicated to creating positive change through music education by developing music schools and programs around the world. We have created 9 music programs located in South Africa, Ghana, Mali, Nepal and Rwanda and Thailand where over 700 kids are attending free classes in dance, instruments, languages and musical theory. More here:
https://playingforchange.com/
and
https://www.youtube.com/watch?v=PJERPK7sEzc&feature=em-subs_digest



Sinopse
In “celebration" of Universal Children's Day, we are proud to release this Song Around The World featuring children from all across the globe. Children are our hope for the future and it is up to us to pave the way so that their future is bright. Come one, come all and join together to make this world a better place for us and the generations to follow.
This video was produced in partnership with Okaïdi children’s clothing stores. We thank them for continued support of the Playing For Change Movement!



 

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

EDUCAÇÃO&FORMAÇÃO: Se não se pergunta como é que se sabe?

A escola, sempre ela, tem as costas largas, logo o "bo(m)bo da festa". Como se a família, a sociedade em geral e os media em particular, nada tivessem a ver com o assunto. Ora vindo de quem vem, não é grave, é gravíssimo com um cheirinho a orgulho e preconceito. Então leiamos aqui:
http://www.leyaeducacao.com/z_escola/i_217/ct_209/

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

(in)PRENSA: Exames nacionais: o seu concelho tem bom ou medíocre? Ora veja .

Fosso entre bons e maus resultados escolares agravou-se. Nos concelhos onde já havia mais dificuldades as notas nos exames do 9º e do secundário tenderam a piorar nos últimos seis anos, revela estudo. O território pesa, mas não é fatal.